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SERVIÇOS - Topografia, Agrimensura e Geodésia

    Levantamento Topográfico e Cadastral de Áreas Rurais e Urbanas;
    Levantamento Topográfico e Cadastral de Áreas Rurais e Urbanas; A Topografia, assim como a Cartografia, são ciências que estão apoiadas no levantamento e na representação dos elementos da superfície terrestre; porém, a topografia, na maioria das vezes, se destaca da cartografia devido ao nível de precisão que se alcança em levantamentos.

    Aqui no site, vamos convencionar como sendo levantamento topográfico os levantamentos Planialtimétricos (definição das componentes 3D [X], [Y] e [Z] de um elemento). E como Planimétrico o Cadastro das feições em um plano baixo (definição das componentes 2D [X] e [Y] de um elemento).

    Os equipamentos envolvidos nesse tipo de serviço são: Estações Totais, Níveis Digitais e instrumentos de rastreamento GNSS.

    As finalidades da Topografia são: Locação de Obras em geral; as built; Regularizações de Áreas; Cadastro Técnico Multifinalitário; Loteamentos; Georeferenciamentos etc.

    Documentos de referência:

  • NBR 13.133: EXECUÇÃO DE LEVANTAMENTO TOPOGRÁFICO;
  • Especificações e Normas do Cliente.

  • Projeto de Redes de Referência Cadastral Municipal (NBR 14.166);
    Projeto de Redes de Referência Cadastral Municipal (NBR 14.166); Fixa as condições exigíveis para a implantação e manutenção da Rede de Referência Cadastral Municipal, destinada a: apoiar a elaboração e a atualização de plantas cadastrais municipais; amarrar, de modo geral, todos os serviços de topografia e geodésia, visando incorporar às plantas cadastrais do município; e referenciar todos os serviços topográficos de demarcação, de anteprojetos, de projetos, de implantação e acompanhamento de obras de engenharia em geral, de urbanização, de levantamentos de obras como construídas e de cadastros imobiliários para registros públicos e multifinalitários.

    Documentos de referência:

  • NBR 14.166: REDE DE REFERÊNCIA CADASTRAL MUNICIPAL;
  • Especificações e Normas do Município.

  • Georreferenciamento de Imóveis Rurais em atendimento ao INCRA (Lei 10.267/01);
    Georreferenciamento de Imóveis Rurais em atendimento ao INCRA (Lei 10.267/01); Georreferenciamento é o mapeamento de um imóvel rural referenciando os vértices de seu perímetro ao Sistema Geodésico Brasileiro, definindo sua área e sua posição geográfica. Serve para a regularização fundiária dos imóveis rurais segundo a nova legislação (Lei 10.267/01 e Decretos 4.449/02 e 5.570/05).

    O trabalho será entregue ao INCRA, que verificará o enquadramento na Norma Técnica e a não existência de sobreposição da poligonal mapeada com outra já constante do seu cadastro, para conceder a Certificação daquele móvel rural.

    Uma vez certificado, o proprietário deve encaminhar os documentos ao Registro de Imóveis, para que seja procedida a averbação da nova descrição do perímetro e da retificação da área (na matrícula).

    O Decreto 5.570/05 determina a exigência de georreferenciamento do imóvel para a realização de transferências na matrícula ou participação em ações judiciais, em prazos que variam de acordo com a sua área. Atualmente está em vigor a exigência para imóveis com área superior a 500 ha.

    O trabalho completo, desde a avaliação e preparação dos registros, passando por obtenção de termos de reconhecimento de limites junto a lindeiros, levantamento de campo, processamento dos dados e montagem de relatório técnico, obtenção da certificação no INCRA e criação de novas matrículas, com averbação do georreferenciamento e retificação de suas áreas junto ao Ofício de Registro de Imóveis, pode ser moroso. O prazo raramente baixa de 120 dias, não sendo incomuns os casos que demoram mais de um ano para a finalização de todo o processo.

    A falta do georreferenciamento poderá impedir o proprietário de registrar uma venda ou uma partilha, por exemplo, ou até de dar o imóvel ou parte dele em garantia hipotecária em financiamentos rurais.

    Os proprietários devem verificar suas necessidades, e, se for o caso, iniciarem o trabalho de georreferenciamento com antecedência, para evitarem problemas e entraves em seus interesses produtivos ou negociais.
    Cadastro Técnico Multifinalitário;
    Cadastro Técnico Multifinalitário; O Cadastro Técnico representa um vasto campo de atuação profissional, abrangendo tecnologias para medições: ao nível de imóveis (adequação da sistemática de cálculo e lançamento do IPTU); do mapeamento temático; do uso do solo; da geologia; do levantamento planialtimétrico; da rede viária; das redes e létrica, pluvial e de esgoto; e da legislação que rege a ocupação territorial (cartografia da legislação).

    O Cadastro Técnico, para ser multifinalitário, deve atender ao maior número de usuários possíveis, o que exige a criação de produtos complexos e de tecnologias que os tornem acessíveis a qualquer profissional que necessite de informações ao nível de propriedade. Atualmente, estão surgindo cada vez mais novas técnicas que permitem otimizar os custos para se gerar informações físico-espaciais, envolvendo bancos de dados geográficos e alfanuméricos (GIS). Esta redução de custos compreende todo o espectro, desde as medições de campo até os recursos da informática, para gerar dados secundários derivados daquelas medições de campo.

    Como a gestão territorial exige o conhecimento do espaço de interesse com a sua devida análise temporal, novamente percebe-se a necessidade do conhecimento cartográfico da área de interesse. Considerando esta situação, fica claro que é difícil falar em gestão territorial sem obter as medições confiáveis e adequadas daquele espaço em análise, passíveis de correlações no decorrer do tempo, confrontando os temas de interesse e as mudanças a níveis pontuais. (LOCH. C., 2001)
    Levantamento Topográfico Terrestre utilizando equipamentos e técnicas oriundos da tecnologia LIDAR - Light Detection and Ranging (Laser Scanner);
    Levantamento Topográfico Terrestre utilizando equipamentos e técnicas oriundos 
				da tecnologia LIDAR - Light Detection and Ranging (Laser Scanner); LIDAR (Light Detection and Ranging – Detecção de Luz e Distância), também denominada Perfilamento e/ou Varredura a Laser, atualmente é uma das técnicas mais avançadas para a geração de Modelos Digitas de Superfície (MDS) e Modelos Digitas de Terreno (MDT).

  • Modelos Digitais de Superfície (MDS) são modelos matemáticos que contém informações de elevação de todas as feições de uma paisagem, como vegetação, edificações e estruturas industriais. Esse modelo é bastante utilizado em linhas de transmissão, Engenharia Florestal, Infraestrutura Urbana e outros.
  • Modelos Digitais de Terreno (MDT) são modelos matemáticos que representam somente a superfície da terra desnuda, sem a intervenção da vegetação e estruturas. Esse modelo é bastante empregado em obras de escoamento superficial, cálculo de volume de remoção de material para definição de corte e aterro, entre outros.


  • “Os levantamentos in sito utilizando métodos convencionais (Estações Totais ou instrumentos GPS) podem fornecer informações das componentes [X],[Y] e[Z] precisas. Entretanto, os trabalhos de campo demandam tempo e têm um alto custo por ponto adquirido. Mesmo com instrumentos de GPS, geralmente é difícil obter pontos em áreas com vegetação densa. Devido a esses obstáculos, a densidade de observações das componentes [X], [Y] e [Z] obtidas em uma área é, muitas vezes, baixa. Isso torna necessária a interpolação entre pontos distantes para se produzir um modelo digital (MDS / MDT).” (KEITH C. CLARKE, 2009).

    A GEOeasy está apta em manipular e processar dados oriundos da tecnologia LIDAR aerotransportados e terrestres, bem como a execução de levantamentos LIDAR Terrestres. Consulte!
    Acompanhamento e Fiscalização de Equipe de Topografia e Cadastro;
    Acompanhamento e Fiscalização de Equipe de Topografia e Cadastro; Tão importante quanto a execução de trabalhos topográficos, é o seu acompanhamento e fiscalização, proporcionando: o controle de qualidade; a execução em tempo hábil; a perda de esforço com re-trabalhos; a redução de custos; a amarração ao escopo; e o controle de riscos.
    Levantamentos Aéreos Controlados utilizando Câmeras de Pequeno Formato;
    Levantamentos Aéreos Controlados utilizando Câmeras de Pequeno Formato; O alto custo da fotogrametria convencional tem sido o elemento encorajador do uso de câmeras de pequeno formato em algumas aplicações fotogramétricas. Existem várias soluções em campos variados, tais como: levantamento aerofotogramétrico para fins diversos, mapeamento topográfico de pequenas extensões, cadastro técnico e fiscal de pequenas cidades, fotogrametria biomédica, arqueologia e arquitetura, entre outras. (SILVA, J. F. C.)

    Etapas a serem realizadas.

  • Cobertura Aérea;
  • Apoio Terrestre;
  • Aerotriangulação;
  • Retificação.

  • Apoio a Levantamentos Aerofotogramétricos;
    Apoio a Levantamentos Aerofotogramétricos; Seu objetivo é materializar um sistema referencial amarrado ao SGB – Sistema Geodésico Brasileiro, bem como adensar os pontos de controle, fornecendo coordenadas a pontos fotoidentificáveis de maneira a se obter os parâmetros de orientação das imagens aerofotográficas, seja par-a-par ou por meio de aerotriangulação. Esse sistema (apoio) materializado e suplementar deve fornecer referências planimétricas e altimétricas.
    Geração de Ortofotos, Ortofotocartas e Carta Imagem;
    Geração de Ortofotos, Ortofotocartas e Carta Imagem; Derivados da Aerofotogrametria, Sensoriamento Remoto, Processamento Digital de Imagens, Cartografia, dentre outros, as Ortofotos, Ortofotocartas e Carta Imagem são imagens que, utilizando-se de técnicas de PDI e Cartografia Digital, foram corrigidas diferencialmente para remover qualquer distorção de geometria (posição e inclinação) e deslocamentos devido ao relevo. Esses produtos aliam a riqueza de detalhes de uma fotografia aérea e/ou imagem de satélite com a qualidade geométrica de um mapa (carta topográfica).
    Desenhos Técnicos Georreferenciados;
    Desenhos Técnicos Georreferenciados; O desenho técnico é uma forma de expressão gráfica que tem por finalidade a representação de forma, dimensão e posição de objetos de acordo com as diferentes necessidades requeridas pelas diversas modalidades de engenharia.

    Utilizando-se de um conjunto constituído por linhas, números, símbolos e indicações escritas normalizadas internacionalmente, o desenho técnico é definido como linguagem gráfica universal da engenharia e da arquitetura.

    Assim como a linguagem verbal escrita exige alfabetização, a execução e a interpretação da linguagem gráfica do desenho técnico exigem treinamento específico, pois são utilizadas figuras planas (bidimensionais) para representar formas espaciais.

    Documentos de referência:

  • NBR 5.984 – NORMA GERAL DE DESENHO TÉCNICO;
  • NBR 10.647 – DESENHO TÉCNICO – NORMA GERAL;
  • NBR 10.068 – FOLHA DE DESENHO LAY-OUT E DIMENSÕES;
  • NBR 10.582 – APRESENTAÇÃO DA FOLHA PARA DESENHO TÉCNICO;
  • NBR 13.142 – DESENHO TÉCNICO – DOBRAMENTO DE CÓPIAS;
  • NBR 8.402 – EXECUÇÃO DE CARACTERES PARA ESCRITA EM DESENHOS TÉCNICOS;
  • NBR 8.403 – APLICAÇÃO DE LINHAS EM DESENHOS – TIPOS DE LINHAS LARGURAS DAS LINHAS;
  • NBR 10.067 – PRINCÍPIOS GERAIS DE REPRESENTAÇÃO EM DESENHO TÉCNICO;
  • NBR 8.196 – DESENHO TÉCNICO – EMPREGO DE ESCALAS;
  • NBR 12.298 – REPRESENTAÇÃO DE ÁREA DE CORTE POR MEIO DE HACHURAS EM DESENHO TÉCNICO;
  • NBR 10.126 – COTAGEM EM DESENHO TÉCNICO;
  • NBR 8.404 – INDICAÇÃO DO ESTADO DE SUPERFÍCIE EM DESENHOS TÉCNICOS;
  • NBR 6.158 – SISTEMA DE TOLERÂNCIAS E AJUSTES;
  • Especificações e Normas do Cliente.

  • Elaboração e Verificação de Projetos Básicos de Engenharia (Plantas Baixas, Perfis Longitudinais, Seções Transversais, Plantas Cadastrais e Memoriais Descritivos);
    Elaboração e Verificação de Projetos Básicos de Engenharia (Plantas Baixas, Perfis 
			Longitudinais, Seções Transversais, Plantas Cadastrais e Memoriais Descritivos); Entendido como projeto básico de engenharia, o conjunto de elementos necessários e suficientes para caracterizar, com nível de precisão adequada, a obra a ser realizada, sua viabilidade técnica/econômica e impacto ambiental, o custo, as fases, etapas e prazos de execução, devendo conter os elementos necessários. O conjunto destes elementos é suficiente à execução completa do empreendimento, de acordo com as normas pertinentes da ABNT, e é composto pelos seguintes documentos, sempre em consonância com as especificações do cliente:

  • Planta de Situação;
  • Planta de Locação;
  • Planta Baixa;
  • Cortes Longitudinais;
  • Cortes Transversais;
  • Memorial Descritivo;
  • Memória de Cálculo;
  • Memória Fotográfica.

  • Projetos básicos de Terraplanagem para definição de volumes de corte e aterro;
    Projetos básicos de Terraplanagem para definição de volumes de corte e aterro; Terraplenagem é a movimentação de quantidades de solo com o objetivo de atender a um projeto topográfico. Como o próprio nome diz, Terraplenagem é o ato de terraplenar, ou seja, tornar a terra ou terreno plano.

    A GEOeasy possui em seu corpo de colaboradores, projetistas / calculistas de extrema competência e experiência, aptos a atender projetos básicos para cálculo de volumes de corte (remoção) e de aterro (realocação) de solos, saprolitos e rochas em atendimento a obras lineares, platôs e outros.