Seminário do Levantamento Quantitativo do Manguezal

“Sergipe possui hoje 25.626,24 hectares de área total de manguezal”. Essa foi à afirmação feita pelo secretário de Meio Ambiente, Genival Nunes, durante a realização do II Seminário Temático do Levantamento Quantitativo do Manguezal de Sergipe, realizado no auditório da Codise durante a manhã do dia 18. Na oportunidade, houve o lançamento do CD-ROM Interativo do Projeto Levantamento Quantitativo Manguezal em Sergipe.

O seminário, que irá acontecer até amanhã, 19, está direcionado para a disseminação de informações sobre o ecossistema por meio da utilização de ferramentas de Geoprocessamento e Sensoriamento Remoto.

Conforme explicou Genival Nunes, a partir das imagens de satélite Rapideye, Sergipe possui quatro regiões onde estão localizados os manguezais. “Somente 2911,07 hectares estão situados na região do Baixo São Francisco; 291,31 ha no Leste Sergipano, 13325,46 na Grande Aracaju e 8343,23 na região Sul Sergipano”, afirmou.

Ainda referente ao Estado, o secretário de Meio Ambiente destacou que a área de manguezal em Sergipe da qual abrange 256,26 km² equivalente a 1,17% do território sergipano. “Se formos para a Grande Aracaju, uma área que sofre ações antrópicas devido a pressão imobiliária, percebemos que a área de manguezal corresponde à 133,25 km², equivalendo assim a 52% da área total de manguezais do Estado e 0,61% do território de Sergipe”, disse.

Outro ponto importante abordado pelo secretário em função do índice de manguezal se deu a partir do município de Brejo Grande, do qual, corresponde uma área de 20,392 km², equivalendo assim 13,6% do território municipal. “Em Brejo Grande existe um paradoxo muito grande, uma vez que a cidade possui o menor IDH do Estado e um dos mais significativos mangues de Sergipe”, apontou Genival.

Sobre a distribuição dos manguezais entre os municípios sergipanos, Genival ponderou ainda que os mesmos apresentam em média 15,56 km² com 41,34 km² em Estância e 0,37 km² em Riachuelo. “A porcentagem média dos territórios municipais ocupados por manguezais é de 6,54%, com 0,48% em Riachuelo e 14,16 da Barra dos Coqueiros”, frisou o secretário.

Ações
Referente às próximas ações a serem realizadas em função do Levantamento Quantitativo do Manguezal de Sergipe, Genival apontou que foram feitas aquisições de novas Imagens RapidEye do Litoral Sergipano, para monitoramento. “Iremos também promover o desenvolvimento de ferramenta para realização do processo automático de monitoramento, a geração de alarmes para envio de equipes de fiscalização, análise multi-temporal do avanço/recuo do desmatamento, a Integração das informações geoespaciais ao licenciamento ambiental e o Monitoramento remoto das áreas de manguezais”,disse, revelando ainda que umas de suas metas em sua gestão é realizar também o levantamento quantitativo do bioma caatinga.

Palestras
Ainda durante toda a programação houve também palestras sobre “Aplicação do Geoprocessamento no Cadastro Ambiental Rural” (CAR), proferida por Adm. Leonardo Machado do SCCON; “Análise integrada do meio ambiente utilizando-se de técnicas de sensoriamento remoto”, ministrada pelo Dr. Antônio Lázaro Ferreira Santos, professor da Universidade Federal de Sergipe; “Sistema de Recepção de Imagens de Satélite na Secretaria de Meio Ambiente e Recursos Hídricos” feita pelo meteorologista da Semarh, Overland Amaral, além de minicursos sobre a utilização do Atlas Digital dos Recursos Hídricos de Sergipe.

Fonte: Infonet.

Campus Vitória (ES) recebe o GIS Day

O campus Vitória do Instituto Federal do Espírito Santo – Ifes sediou, na última sexta- feira (23), atividades do GIS Day, evento que é uma iniciativa da National Geographic Society. O Gis Day é realizado mundialmente e tem o objetivo de destacar a importância da Geografia para a sociedade, promovendo o aprofundamento desta disciplina nas escolas, nas comunidades e nas organizações.

Durante a manhã, foram realizadas palestras para alunos e para a comunidade. A palestra “Conectados ao mundo pela Geografia” foi apresentada por Humberto Fligliuolo e buscou mostrar as principais tendências do Sistema de Informações Geográficas – GIS e as possibilidades do mercado de trabalho de geotecnologia no Brasil.

Já Gabriela Ippoliti ministrou a palestra “O diferencial do “G”: GIS, Geotecnologia, Geoprocessamento e o mercado de trabalho”, que apresentou diferenciais para inserção dos futuros profissionais no mercado de trabalho. Em seguida, Pablo Lira falou sobre “Geotecnologias no campo da segurança pública brasileira”.

À tarde, as atividades foram voltadas para gestores e demais profissionais da área. Lúcio Graça apresentou a palestra “ GIS como plataforma para IDE”; Humberto Fligliuolo abordou os “Geoindicadores na gestão pública”; e Marcilene Favarato falou sobre o “Novo Geoweb Vitória”, em uma palestra que explicou que 80% das funções de uma prefeitura utilizam informações de geoprocessamento.

A última apresentação do dia seguiu com o Leandro Feitoza, Hideko Nagatani e Wagner de Oliveira, com a palestra “ Rede Colaborativa de bases geoespaciais do Espírito Santo – Geobases.”

A programação do evento contou também com workshops apresentados por alunos do curso de Geoprocessamento. O trabalho Geoweb tem o objetivo de democratizar as informações da geografia do estado, buscando escolas, igrejas, comércios etc. cadastrados na prefeitura da cidade. O Geoweb foi desenvolvido pela professora do campus, Claudinete Vicente, e apresentado pelas alunas Micaela Candce, Rayane Gama Botero, Mirella Mille e Daiane Henriques.

O segundo projeto foi o Arcgis, que tem como principal meta a espacialização de informações, e pode ser usado por empresas e pessoas fisícas. O trabalho foi apresentado por Michely Alves, Jessica Costa e Ramon Bugeli.

Fonte: Ifes.

Manter a qualidade para garantir produtividade é a chave da silvicultura

Sistemas integrados de produção florestal foi o tema da palestra do técnico da Embrapa Florestas, Vanderley Porfírio da Silva, no quarto dia do 4º Congresso Florestal Paranaense, em Curitiba (PR). Além de ser uma forma de estender a produção florestal comercial, estudos realizados pela Embrapa comprovam que a presença de árvores no campo é benéfica para a pecuária e agricultura. “Proteger a plantação de geadas, enriquecimento do solo, favorecimento de uma melhor distribuição de adubo natural e conforto térmico para os animais são algumas das vantagens que a floresta propicia”, observa Silva. O sistema funciona também como uma garantia de alternativa de renda em casos de perda da lavoura ou do gado, tornando a estratégia de negócio mais resiliente.

Mesmo em fazendas onde a floresta não é a principal atividade o controle de qualidade é fundamental para garantir a produtividade. “Não adianta utilizar um bom material genético, que é caro, e não seguir as recomendações técnicas. É necessário ter um planejamento e cumprir todas as metas”, adverte Robson Minatel, responsável pela qualidade florestal da Klabin. A empresa atua com estratégias para o melhoramento tecnológico e desenvolvimento técnico-operacional para aumentar a qualidade e monitorar os procedimentos próprios e das terceirizadas.

Um manual de silvicultura contendo normas técnicas foi a saída encontrada pela Klabin para padronizar as operações, de acordo com as condições consideradas ideais pela empresa. “Fazemos o controle pré e pós com rigorosos e detalhados sistemas de verificação baseados em cinco pilares: social, ambiental, segurança, tecnologia e operacional”, explica Minatel. O resultado dessa ação contabilizado até agora foi a redução em 10% do consumo de glifosato, ganhos operacionais de 20%, menor índice de retrabalho e aumento do controle de ervas daninhas.

A silvicultura de precisão, por sua vez, é uma tecnologia que promete ganhar o campo e já está tomando corpo no desenvolvimento de equipamentos capazes de realizar todo tipo de medição, aferição e controle com precisão. A empresa Arvus produz, de acordo com as necessidades dos clientes, sensores e controladores que garantem qualidade na operação em campo. “Temos equipamentos que auxiliam no preparo da terra, no plantio, no trato, na colheita e na logística. Conseguimos, por exemplo, controlar a quantidade de fertilizante utilizado em determinada área”, enumera Claudia Wesselka Garcia, coordenadora de operações florestais da empresa.

Os equipamentos enviam informação e também são capazes de receber e registrar dados, que posteriormente serão administradas pelos gestores. “O georreferenciamento permite verificar com exatidão áreas que registrem eventuais não conformidades, facilitando a correção do problema”, ressalta Claudia. Por enquanto, as operações nas quais a silvicultura de precisão está mais presente são a adubação e o preparo do solo, que são justamente as mais caras por consumirem muitos insumos. “Muitas empresas de norte a sul do país já estão adotando essa tecnologia”, garante.

Evento
O 4º Congresso Florestal Paranaense terminou dia 14 com três visitas técnicas de campo para que os participantes conheçam na prática as atividades ligadas à cadeia de floresta plantada: uma área de plantio da Arauco, em Cerro Azul (PR), as fábricas de móveis Artefama e Nasa, em São Bento do Sul (SC), e áreas de conservação na serra da Graciosa (PR).

O evento é uma promoção da Associação Paranaense de Empresas de Base Florestal (APRE), Associação Paranaense de Engenheiros Florestais (APEF), Embrapa Florestas e cursos de Engenharia Florestal da Universidade Federal do Paraná (UFPR), Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR), Unicentro (Irati) e Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUCPR).O evento conta com patrocínio das empresas Arauco, Berneck, Remasa, Klabin, Pesa, Itaipu Binacional, Pöyry Silviconsult e Valor Florestal, além do Conselho Regional de Engenharia (CREA-PR), Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado do Paraná, Federação das Indústrias do Estado do Paraná (Fiep), Instituto Ambiental do Paraná (IAP), CNPQ, BRDE, Copel, Fundação Araucária e Sindimadeira.

Fonte: Expresso MT.

Revolução na Geologia

Unisinos apresentou software inovador nos estudos de afloramentos de rochas durante workshop
Para discutir e compartilhar conhecimentos sobre uma tecnologia que traz dados fundamentais para a área dos estudos de afloramentos de rochas, reuniram-se, em 16 e 17/8, no campus da Unisinos em São Leopoldo, os principais pesquisadores do assunto no país. O evento, Workshop sobre Lidar Terrestre, aconteceu na sala de Seminários II da Biblioteca.

Interessados em aprender sobre a técnica Lidar (Light Detection and Ranging), pesquisadores em Geologia e Computação Aplicada, de sete universidades brasileiras, e geólogos da Petrobras vieram debater, com o Grupo de Pesquisa em Modelagem Digital de Afloramento da Unisinos, a técnica de laser scanner. “Para nós, é uma grande alegria receber um grupo que trabalha nas fronteiras do conhecimento, desenvolvendo novas tecnologias”, diz Guilherme Vaccaro, gerente de pesquisa, desenvolvimento e inovação da Unidade de Pesquisa e Pós-Graduação, ao dar as boas vindas aos participantes.

Durante os dois dias do evento, as instituições mostraram um pouco do trabalho desenvolvido, apresentando resultados e dificuldades da utilização do laser scanner terrestre. A reunião teve o objetivo de aproximar as instituições que compõem a Rede Tecnológica em Sedimentologia e Estratigrafia, que desenvolvem projetos de pesquisa apoiados pela Petrobras.

Conheça um pouco mais sobre o Lidar
Popular nas áreas de Arquitetura e Engenharia no início dos anos 2000, o laser scanner terrestre foi adaptado para a geologia. Um dos primeiros trabalhos de aplicação foi desenvolvido por uma universidade do Texas, EUA, e publicado em 2005. Desde então, diversas instituições do mundo têm estudado e aprimorado a técnica.

O estudo de afloramentos terrestres permite um acesso muito maior a informações cruciais para as jazidas de petróleo e recursos minerais em geral. Utilizando afloramentos análogos, que são blocos de referência, é possível conhecer feições e propriedades da rocha como, por exemplo, distribuição de porosidade, permeabilidade, barreiras de permeabilidade entre camadas. “Para nós, como geólogos, esse estudo é importante. A técnica Lidar consegue gerar imagens de afloramentos de maneira precisa e georreferenciada em 3D”, aponta Alípio José Pereira, representante da Gerência de Sedimentologia e Estratigrafia da Petrobras.

O laser scanner vem para substituir a análise de rochas em afloramentos a partir de modelos feitos com montagens fotográficas. Das duas dimensões, que deixam a desejar quanto à volumetria, a geologia passa a obter modelos tridimensionais através do sistema laser, que realiza uma leitura mais completa da superfície escaneada, gerando uma nuvem de pontos que cria um Modelo Digital de Afloramento (MDA).

A vantagem é a obtenção de um número muito maior e preciso de informações sobre a rocha, através da confecção dos MDAs. No entanto, essa grande quantidade de dados é também um desafio para os softwares, que, até então, não davam conta de interpretar de forma eficiente os centenas de milhões de pontos que um escaneamento chega a ter.

Inovação como diferencial
Com um equipamento desde 2008, quando obteve apoio da Petrobras para iniciar o projeto de estudos de afloramento, alunos de Mestrado e Doutorado em Geologia da Unisinos têm trabalhado no desenvolvimento de aplicações e técnicas de utilização do laser. Assim como as outras instituições do país, o PPG em Geologia enfrentou a barreira tecnológica, que impedia a interpretação e manipulação dos dados gerados pelo equipamento. “Para melhorar a eficiência, no que tange à manipulação de um grande volume de dados, havia a necessidade de desenvolver novas técnicas de visualização 3D integradas a ferramentas de interpretação interativa de afloramentos”, diz Maurício Veronez, professor do PPG em Geologia.

Formou-se, então, como parceria entre os PPGs em Geologia e Computação Aplicada e a Empresa V3D, incubada no Tecnosinos, o Grupo de Pesquisa em Modelagem Digital de Afloramentos. Ele está desenvolvendo um aplicativo em GPU (Graphics Processing Units), que proporciona uma manipulação eficiente de um grande volume de dados, além de estar projetado para possuir ferramentas de interpretação geológica: o Mountain View.

Software inovador consegue visualizar e manipular imagens formadas por um bilhão de pontosAo contrário das ferramentas genéricas existentes no mercado, que podem ser utilizadas para várias funções, o software criado pelo grupo é específico para a interpretação de MDAs. “Sendo um sistema específico, ele consegue ser muito mais adequado à forma de trabalhar dos geólogos, com ferramentas direcionadas para suas necessidades. O desempenho também é melhor, pois o programa é otimizado para esta aplicação”, afirma Leandro Motta Barros, desenvolvedor de software na V3D.

De acordo com Barros, em um teste realizado em 15/8, o Mountain View foi capaz visualizar e manipular uma nuvem contendo um bilhão de pontos. “Este é um número muito expressivo, mas esse não é um limite do software”, conta.

De acordo com Maurício Veronez, já há um interesse muito grande por parte da Rede Tecnológica em Sedimentologia e Estratigrafia. “Todos gostaram muito e perceberam que a Unisinos está se comportando como desenvolvedora de aplicações e utilização para a técnica Lidar em estudo de afloramentos, e não como mera usuária”, afirma.

A universidade já tem um projeto em fase de aprovação técnica junto à Rede Tecnológica em Sedimentologia e Estratigrafia da Petrobras, que garantirá a continuidade do desenvolvimento do Mountain View, para que ele seja disponibilizado para todos os integrantes da rede. “Se tudo der certo, a Unisinos será o centro de gerenciamento de informações de toda a rede, concentrando o conteúdo do estudo proveniente da utilização da técnica laser de instituições de todo o país”, conta Maurício.

O workshop teve o incentivo e o apoio da Rede Tecnológica em Sedimentologia e Estratigrafia da Petrobras e foi organizado pelo Programa de Pós-Graduação de Geologia. A Petrobras apoia, por meio da Rede Tecnológica em Sedimentologia e Estratigrafia, o trabalho de universidades brasileiras na área de mapeamento 3D de afloramentos.

Fonte: Jornal da Unisinos.

Evento debate aplicação da geotecnologia no setor elétrico

V Encontro de Usuários de Esri para Energia Elétrica acontece no dia 25 de setembro, em São Paulo, durante o Eu Esri Brasil 2012

As tendências e novidades tecnológicas para o setor de Energia Elétrica serão discutidas no Eu Esri Brasil 2012, que acontece nos dias 24 e 25 de setembro em São Paulo, reunindo empresas usuárias dos Softwares de Informações Geográficas da Esri, empresa norte americana líder mundial no setor. No 2º dia do evento, a Imagem promove também o V Encontro de Usuários de Esri para Energia Elétrica. De acordo com o diretor da Imagem, Marcos Covre, será possível mostrar aos profissionais do setor de Energia Elétrica que investir em soluções de geotecnologia é essencial para as empresas otimizarem atividades e reduzirem custos operacionais.

O destaque do encontro será o palestrante internacional Bill Meehan, diretor de Soluções para Utilities da Esri, que vai abordar o GIS como alicerce para adoção das tecnologias de Rede Inteligente. Após a palestra de Meehan, haverá apresentações de executivos de importantes empresas do setor, as quais vão expor seus casos de sucesso com uso de geotecnologia.

Serviço
Evento: V Encontro de Usuários de Esri para Energia Elétrica
Data: 25 de setembro de 2012
Local: Expo Center Norte – Centro de Convenções – Sala Cantareira 5
Site: www.euesri.com.br

Fonte: Canal Energia.

Sistemas de Informação Geográfica essenciais para a floresta nacional de Portugal

“Uma Estratégia Unívoca para o Sector Florestal” foi o tema do simpósio que a ESRI Portugal organizou em Lisboa. Miguel Galante, adjunto do secretário de Estado das Florestas e do Desenvolvimento Rural, foi um dos participantes, e evidenciou as mais-valias dos Sistemas de Informação Geográfica (SIG) para a floresta nacional.

O responsável considerou que tanto ao nível dos Planos de Ordenamento, dos Planos de Gestão e das Zonas de Intervenção, como na estratégia de combate aos incêndios florestais, a Secretaria de Estado das Florestas e do Desenvolvimento Rural considera que os Sistemas de Informação Geográfica (SIG) são essenciais para o seu sucesso.

Miguel Garante aludiu ainda à importância da certificação da gestão da floresta. “É necessário os Planos de Gestão Florestal para termos uma floresta bem gerida, mais produtiva, certificada, para que as nossas indústrias sejam competitivas nos mercados globais. A certificação é um novo desafio que se coloca ao país, sabemos que sem se ter uma boa base de dados ao nível cartográfico, será difícil”. O responsável lembrou mesmo que “o próximo desafio que se coloca ao nosso país, nos próximos dois, três anos, está relacionado com a rastreabilidade da origem dos componentes da madeira. Está neste momento em fase de transição um regulamento comunitário que vai obrigar toda a madeira que é cortada, estar identificada do seu proprietário, para que possa entrar no mercado europeu”.

Quanto às Zonas de Intervenção Florestal (ZIF), o responsável afirma que “estão a fazer o seu caminho”. Aliás, desafiou mesmo a ESRI a apresentar uma ferramenta (SIG) que se aplique ao Plano de Gestão de Florestal, como nas ZIF.

Para o responsável, as SIG serão inevitáveis nesta área, “uma ferramenta destas permite ganhar tempo precioso e hectares preciosos aos fogos, em caso de incêndio”, além de estarmos a “contribuir para que o país utilize melhor os seus recursos, por exemplo, em caso de incêndios que não se desperdice dinheiro”.

Miguel Galante, adjunto do secretário de Estado das Florestas e do Desenvolvimento Rural, considera ainda que “as autarquias olham pouco para o território”.

“Conheço a realidade nacional há muitos anos. Infelizmente, as autarquias estão muito focadas no que diz respeito ao núcleo urbano e olham pouco para o território”. Por seu turno, Gonçalo Magalhães Collço, administrador-delegado da ESRI Portugal, considerou na abertura do evento que com os SIG podemos ter uma visão integrada, permitindo agir da melhor forma, por exemplo, ao nível da protecção da floresta, quer por incêndios, como por pragas. Para o responsável “a Protecção Civil tem de ter uma capacidade de interligação de várias áreas para a protecção da floresta, apesar de cada uma das entidades que coordena não o necessitar de ter”.

Fonte: Ambiente Magazine.

Estado discute geoprocessamento em diversas aplicações

Representantes das secretarias de Agricultura, Fazenda e Meio Ambiente e Recursos Hídricos participaram da discussão no Museu Zoroastro Artiaga.

As palestras discutiram as diversas aplicações de SIG (Sistema de Informações Geográficas), na arrecadação, na emissão de licenças ambientais, no controle de tráfego e no fornecimento de energia elétrica. “Praticamente todos os órgãos do Estado têm contato com o geoprocessamento, o que fará com que o Estado possa ter dados mais precisos e atuais”, afirmou José Maurício dos Santos Mendes, superintendente de Tecnologia da Informação da Segplan.

O seminário contou com a presença de representante das multinacionais Navteq, Imagem, e Oracle, que explicaram o que há de mais moderno em captação de dados georreferenciais para as mais diversas aplicações. A superintendente de Estatísticas, Pesquisas e Informações Socioeconômicas, Lilian Prado, apresentou o SIEG e a quantidade dados disponíveis neste site e o professor do Lapig/UFG Dr. Nilson Clementino apresentou os desafios futuros.

Fonte: SIEG.

Sustentabilidade e inovação tecnológica são temas de evento na UFU

6º Congresso de Educação Agrícola Superior está com inscrições abertas

A Associação Brasileira de Educação Agrícola Superior (ABEAS), com apoio da Universidade Federal de Uberlândia (UFU), realiza de 12 a 14 de outubro, o 6º Congresso de Educação Agrícola Superior. Este evento contempla, também, a 51ª Reunião Anual da Associação Brasileira de Educação Agrícola Superior e o 6º Fórum de Educação Agrícola Superior.

As atividades serão realizadas no anfiteatro do Bloco 3Q, no campus Santa Mônica. As inscrições já estão abertas. Podem participar alunos, professores, pesquisadores e profissionais da área.

O tema desta edição é: “A Sustentabilidade das Profissões da Área Rural e a Inovação Tecnológica nas Ciências Agrárias”.

A idéia é reunir os profissionais da área de Ciências Agrárias, e professores do ensino superior em áreas afins, para discutir problemas e soluções da aplicabilidade da educação nas ciências agrárias e, também, a importância das profissões da área rural no atual cenário sócio-educativo.

Serão apresentados trabalhos recentes, que busquem e proponham uma melhor formação de seres humanos autônomos, competentes e críticos, por meio de ações políticas e pedagógicas. O prazo para entrega de trabalhos termina no dia 30 deste mês.

Do mesmo modo serão aceitos trabalhos que enfoquem a educação e/ou a importância das profissões da área rural para a preservação do ambiente. Além de ações relacionadas com o meio ambiente, resultantes de pesquisas inovadoras, instigadores do debate.

A ficha de inscrição, formulário para entrega de trabalhos e outras informações estão disponíveis no endereço: www.abeas.com.br

Serviço
O quê: 6º Congresso de Educação Agrícola Superior
51ª Reunião Anual da Associação Brasileira de Educação Agrícola Superior
6º Fórum de Educação Agrícola Superior.
Quando: 12 a 14 de outubro
Onde: Universidade Federal de Uberlândia – Anfiteatro do bloco 3Q – Campus Santa Mônica
Inscrições abertas

Mais informações: www.abeas.com.br

Fonte: Diretoria de Comunicação Social da Universidade Federal de Uberlândia.

Pesquisa da EESC sobre sensoriamento remoto é premiada em simpósio

O trabalho de pesquisa intitulado “Desenvolvimento de um modelo aplicado de ‘Sistema de Informação Ambiental’ para suporte ao licenciamento ambiental no estado de São Paulo” foi um dos 12 premiados na décima quinta edição do Simpósio Brasileiro de Sensoriamento Remoto, que ocorreu em Curitiba entre os dias 1º e 5 de maio.

Financiado pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp), o trabalho apresenta parte dos resultados de pesquisa de mestrado de Loretha Almeida do Nascimento, desenvolvida junto ao Programa de Pós-Graduação em Ciências da Engenharia Ambiental da Escola de Engenharia de São Carlos (EESC) da USP, sob a orientação do professor Marcelo Montaño, do Departamento de Hidráulica e Saneamento.

O evento premiou os melhores trabalhos dentre os 964 apresentados, com base em critérios que incluíam o domínio do tema por parte do apresentador, clareza e qualidade visual do pôster. Durante a premiação, o autor de cada pôster recebeu certificado, souvenir da Comissão Organizadora e mais R$ 500,00 oferecidos pela Digital Globe, Chesf e Vale, empresas patrocinadoras do evento.

Mais informações: email minduim@sc.usp.br

Fonte: Departamento de Genética da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto.

Georreferenciamento de áreas rurais é tema de palestra no Campus Lagarto

Na terça-feira, 17, o Instituto Federal de Sergipe (IFS) – Campus Lagarto promoveu uma palestra sobre georreferenciamento de áreas rurais e o mercado de trabalho para topografia e agrimensura. Ministrada pelo engenheiro agrimensor Marcos Geraldo Tomazi, a palestra contou com a presença de estudantes e professores do curso de Construção Civil.

O engenheiro, que foi ao Campus Lagarto a convite do professor de Topografia Vitor Sobânea, falou sobre conceitos, processos e legislação específica, facilitando o entendimento do assunto mesmo para aqueles que o consideram relativamente complexo. Em sua fala, ele tratou também do atual contexto de trabalho no Brasil, incentivando os ouvintes a investirem na carreira profissional. “Nessa carreira, a trajetória não é ‘plana’ e livre de obstáculos, mas compensadora com o tempo de experiência”, afirma Marcos.

Estiveram presentes no evento o coordenador de Eventos e responsável pelo cerimonial, Fábio Kalil de Souza, o coordenador de Integração Escola-Empresa, Marcos de Oliveira,e a assistente de laboratório, Rosana Siqueira.

Fonte: Instituto Federal de Sergipe.

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