Atividades de educação ambiental conscientizam crianças sobre aves e mamíferos

“O que o morcego come?”, “Por que a anta vive sozinha?”, “Existe diferença entre o ouriço e o porco-espinho?”. Essas foram algumas das perguntas feitas por crianças, entre quatro e cinco anos, durante o projeto Mamíferos da Mata Atlântica, na Escola Ursinho Branco – localizada no entorno da Reserva Biológica Tamboré (SP).

O projeto faz parte das atividades de educação ambiental realizadas, em 2012, com crianças da escola Ursinho Branco, em que elas fizeram uma imersão no mundo das aves com o Projeto Aves do Entorno da Escola (crianças de quatro e cinco anos) e também no mundo dos mamíferos, com o projeto Mamíferos da Mata Atlântica (crianças com quatro anos de idade). Projetos com direito a aulas cheias de perguntas, curiosidades e interação dos alunos com professores e especialistas.

Foi devido ao sucesso do projeto das Aves que a escola Ursinho Branco convidou novamente o Instituto Brookfield e o Departamento de Meio Ambiente da Prefeitura Municipal de Santana de Parnaíba para participarem do projeto Mamíferos da Mata Atlântica.

O principal objetivo dos dois projetos é despertar a curiosidade e a capacidade de estabelecer relações entre as formas de vida existentes no ambiente, além de favorecer a produção oral e escrita dos alunos. Neste ano, as crianças aprenderam bastante sobre a fauna brasileira e a Mata Atlântica, especialmente sobre a questão da convivência, já que moram em áreas próximas à Reserva Biológica Tamboré, que abriga muitas das espécies estudadas. Os projetos despertaram o interesse das crianças pela pesquisa e observação da natureza.

Dois projetos e muita interação
No final de novembro, o projeto Aves do Entorno da Escola fechou o ano com um evento especial, com a apresentação dos trabalhos finais das crianças na Escola Ursinho Branco. Familiares, pais, professores e alunos foram conferir os resultados.

Quatro turmas produziram trabalhos diferentes: um calendário, um álbum de figurinhas, um vídeo das crianças falando curiosidades sobre as aves e um jogo de desenho e leitura.

Sobre os resultados, a professora Fernanda Félix, que participou do projeto Aves do Entorno, contou de que forma ele mobilizou os envolvidos. “Foi algo que despertou tanto crianças quanto adultos. Cada ave que aparecia no comedouro era sempre comemorada, além de dar cada vez mais vontade de saber mais sobre aquela espécie. As crianças desenvolveram o registro por meio do desenho, e isso deu muito resultado e avanços bem significativos para esta faixa etária. Mesmo depois do final do projeto, elas falam sobre suas descobertas e sempre arranjam um lugar em outras situações para fazer seus registros de desenhos das aves”, disse.

Logo em seguida, também no ritmo de conclusão dos trabalhos, nos dias 5 e 7 de dezembro, o Projeto Mamíferos da Mata Atlântica teve atividades de apresentação sobre os mamíferos da Reserva Biológica Tamboré. Elas contaram com as palestras do biólogo Amarildo Jordão, do Departamento de Meio Ambiente da Prefeitura Municipal de Santana de Parnaíba, e da Maria Oliveira, assessora socioambiental do Instituto Brookfield. Eles levaram curiosidades e informações sobre os mamíferos, com ênfase aos encontrados na Mata Atlântica, principalmente aqueles presentes na Reserva.

A respeito da participação das crianças durante as atividades sobre os mamíferos, Amarildo contou que ela aconteceu de forma bem espontânea.

“Eles são bem agitados, curiosos e querem sempre contar alguma experiência vivida relacionada ao assunto. Durante a atividade, eu mostrava fotos de uma parte de um animal e as crianças tinham que adivinhar qual animal era. Por exemplo, eu mostrava uma foto com a língua do tamanduá e eles tinham que adivinhar que aquele bicho era, de fato, o tamanduá. Foi uma palestra bem interativa e eles puderam tirar dúvidas e contar suas experiências. Além disso, eles puderam conhecer mais a Reserva Biológica Tamboré, que está ao lado deles.”, disse.

Fonte: Instituto Brookfield.

Teatro ensina educação ambiental para crianças em Itajaí

Ação foi organizada pela Defesa Civil e a Famai

Crianças de Itajaí foral alvo de uma ação educativa da Defesa Civil e da Fundação do Meio Ambiente (Famai). Elas assistiram a uma peça com fantoches no auditório da Secretaria de Educação. O tema: educação ambiental.

O uso dos fantoches foi o jeito encontrado para falar a linguagem das crianças. Os bonecos conversaram com os alunos sobre destinação de resíduos, mata ciliar, chorume, expressões que nem sempre estão no dia a dia desses meninos e meninas, estudantes das escolas públicas e particulares.

O teatro faz parte do projeto Drenagem, do governo federal. Os municípios que recebem a verba para obras, também ficam responsáveis por trabalhar o assunto com crianças e adolescentes.

Fonte: Notícias do Dia Online.

Educação ambiental é essencial para mudança de hábitos e conceitos

Paulo Freire foi um dos pensadores mais notáveis na história da pedagogia mundial. Entre as milhares de frases dele sobre educação, uma se encaixa ao assunto da coluna do Ser Sustentável este mês: “Educação não transforma o mundo. Educação muda pessoas. Pessoas transformam o mundo”. E, com essa filosofia, milhares de cidadãos brasileiros se esforçam em disseminar o pensamento de que é simples e necessária a consciência ambiental. Parte de nós o primeiro passo, principalmente por meio da educação ambiental.

O tema não é novo, mas tem sido reforçado nos últimos anos. Em junho, o ministro da Educação, Aloizio Mercadante, homologou as diretrizes curriculares nacionais para a educação ambiental, em meio à participação do MEC na Conferência Rio+20. A pasta pretende, em pouco mais de um ano, envolver 13 mil escolas da educação básica e 4 milhões de estudantes do sexto ao nono ano do ensino fundamental para discutir questões ambientais.

O objetivo é inserir o tema no ensino regular — mas, na visão de Vera Lessa Catalão, pesquisadora do Programa de Pós-graduação em Educação da UnB na área de educação ambiental, a discussão está ancorada no cotidiano. Logo, crianças e adultos devem se envolver no processo. “Os conceitos teóricos nos ajudam a distinguir as coisas, mas é preciso mudar a vida. Educação ambiental se tem em todo lugar, seja em casa, nas formas que escolhemos para nos locomover, nos tratamentos de saúde, na produção de alimentos. Ela é, na verdade, uma crítica ao modo de vida atual”, defende. Ou como diria Paulo Freire: “Ensinar não é transferir conhecimento, mas criar as possibilidades para a sua própria produção”.

Curiosidades
13 mil
Número de escolas da educação básica que vão discutir e aprender sobre as questões ambientais após o MEC homologar as diretrizes curriculares nacionais para a educação ambiental

Calendário verde
12 de outubro
Importante fonte de alimento, de emprego, de energia, além de inspiração para poetas, o mar recebe homenagens neste dia. A data sugere que a população reflita e colabore para que os oceanos não se transformem em lixões, sendo preservados para a nossa e as futuras gerações.

15 de outubro
Assim como os professores, o educador ambiental é homenageado neste dia e não só por ensinar que jogar lixo no chão é errado. Ele participa de um processo educativo que envolve ciência, ética, compromisso, atitudes e valores, no âmbito individual e coletivo.

Três perguntas para Vera Lessa Catalão

Pesquisadora do Programa de Pós-graduação em Educação da Universidade de Brasília (UnB) na área de educação ambiental e orientadora pedagógica da Escola da Natureza — SEEDF.

Em qual momento da vida a educação ambiental deve ser inserida?
A educação ambiental se expande para além da educação formal. Na primeira e na segunda infâncias, existe uma relação mais aflorada entre as crianças e a natureza, momento ideal para a aprendizagem. É impressionante como é fácil comovê-las para cuidar dos seres vivos e de si mesmas. A educação se torna não só um ensino formal, mas uma reforma de pensamento.

A população do DF é bem informada sobre educação ambiental?
Pesquisas indicam que os brasileiros, em geral, consideram o tema ambiental como importantíssimo e, no DF, não é diferente. A informação ambiental aqui é extremamente necessária, pois muito do que fazemos errado é por ignorância. E há o outro lado: quando a pessoa faz a parte dela e vê que nada acontece, ela fica desanimada. Vemos isso acontecer o tempo todo na cidade. Precisamos de mais ensinamento e principalmente de mais encantamento para cuidar da natureza e de nós mesmos.

Há algum programa em destaque no DF que trate da educação ambiental?
Trabalho há 16 anos no programa Parque Escola, que está inserido no projeto Escola da Natureza (da Secretaria de Educação do Distrito Federal). Nele, a educação é disseminada dentro de uma perspectiva de sustentabilidade em escolas públicas do Plano Piloto. Trabalhamos, aliado a isso, a formação dos professores que trazem esses alunos. São oferecidas várias oficinas, como a de reciclagem, a de pintura com pigmentos naturais, jogos cooperativos sobre biodiversidade, entre outros.

Confira mais informações sobre o projeto no site www.escoladanatureza.com.br/index.htm

Fonte: Correio Braziliense.

Por uma educação ambiental de qualidade

Em Passo Fundo, escolas, secretaria do meio ambiente e grupos ecológicos realizam projetos voltados à conscientização ecológica

Questões relacionadas ao lixo, à poluição de rios e mares, reciclagem e a importância de conservar as florestas, tudo isso passa pela educação. Uma educação para o meio ambiente, ou seja, que leve a consciência dos direitos e deveres que toda a população deveria ter. Essa é grande tarefa que a humanidade tem a cumprir, despertando a consciência ecológica nas gerações futuras.

A educação ambiental é uma das áreas mais ricas em abordagens, filosofias e olhares que buscam melhorar a relação do ser humano com a natureza. Apesar de sua inegável importância frente à crise ambiental que vivemos, a educação ambiental tem demonstrado sua eficiência e impacto no tocante à construção de novos valores, mudanças de atitudes e comportamentos. Em parte, isso se deve aos projetos de educação ambiental nas escolas, grupos ecológicos e fóruns onde busca-se discutir formas de diminuição da poluição, caminhos que a população deve seguir para reverter a situação.



Secretaria
Segundo o secretário do Meio Ambiente de Passo Fundo Glauco Polita, existem aspectos inerentes à proteção do meio ambiente e cuidado com a destinação adequada dos resíduos domésticos, sendo uma questão de cidadania. Ele afirma que hoje a sociedade atual não tolera e nem permite o descaso com o ambiente seja na vida urbana ou rural. “Muitas vezes não nos damos conta dos impactos ambientais que causamos ao ambiente em que vivemos, percebemos somente quando estes impactos interferem diretamente em nossas vidas. A sociedade como um todo já desperta para o olhar coletivo e começa a compreender e se empenhar em traçar ações que oportunizem o benefício comum. Cuidados com o consumo consciente e o desperdício são umas das preocupações atuais”, disse.

Recentemente o Brasil aprovou a Lei da Política Nacional de Resíduos Sólidos Urbanos, onde traça diretrizes e responsabilidades para os geradores de resíduos, do doméstico ao industrial. “Todos temos obrigações e deveres a cumprir. Porém necessitamos reconhecer que não precisamos de lei que nos obrigue a fazer o que é correto e sim a sensibilidade e compreensão do que é certo, ético e responsável”, comenta Glauco.

Reciclagem
Junto ao aumento da população mundial e o crescimento da indústria, a quantia de resíduos orgânicos e inorgânicos também cresce. Devido a essa grande quantidade de lixo, reciclar se torna uma atitude cada vez mais fundamental para a manutenção da saúde do planeta e das pessoas.

O processo de reciclarem gera riquezas, já que algumas empresas usam o procedimento como uma forma de reduzir os custos e contribuir para a preservação ambiental.

Os materiais mais reciclados são: papel, plástico, vidro e alumínio. A coleta seletiva do lixo e a reciclagem são cada vez mais conhecidas em todo o mundo, uma vez que auxiliam na redução da poluição do solo, ar e água. O reaproveitamento do lixo acaba sendo oportunidade de negócio e geração de renda para inúmeras pessoas.

Veja alguns produtos que você pode reciclar:

Papel: jornais, folhetos, caixas de papelão, revistas e demais embalagens feitas de papel;
Vidro: garrafas, frascos de medicamentos e algumas embalagens de alimentos;
Plástico: garrafas PET, sacos plásticos, embalagens e sacolas dos supermercados;
Metal: latas de alumínio, de aço, tampas, cobre, alumínio, pregos, etc.

Grupo Ecológico Sentinela dos Pampas
O Grupo Ecológico Sentinela dos Pampas existe de 1983 em Passo Fundo. São 29 anos de trabalho e luta para construção de uma cultura ambiental. Segundo a vice-presidente do grupo ecológico Flávia Biondo, o GESP procura trabalhar de uma forma diferenciada, conscientizando e fiscalizando as ações ambientais. “Um sistema que pressiona a produzir lixo, a descartar incorretamente, a invadir áreas de preservação permanente, a não preservar espaços importantes de preservação da flora e consequentemente da fauna, por isso o grupo vem trabalhando desde o principio para construção de uma cultura diferenciada, conscientizando e fiscalizando. Por isso conquistamos o respeito da comunidade”, afirma Flávia.

Segundo ela, a educação ambiental vem sendo regulamentada desde o nível federal e chega este ano inclusive dentro das universidades, sendo uma exigência para que todos os cursos tenham educação ambiental. Não sendo trabalhado como disciplina, mas se pensando em ações de cada um como profissional. “Porque a gente cobra das pessoas, cobra do poder público, mas o profissional dentro dos cursos superiores também deve ser cobrado, hoje o MEC vem exigir dentro do sistema de avaliação, que os profissionais que vão para o mercado de trabalho, tenham uma consciência ecológica e trabalhem de forma sustentável”, afirma Biondo.

O grupo ecológico tem um papel fundamental para construção dessa consciência, ações individuais, pequenas amostras, são iniciativas que dentro de um contexto se tornam importantes para estruturação da educação ambiental.

“Hoje o meio ambiente é essência, está sendo discutido por todos, isso é resultado que a comunidade está exigindo mais, afirma a vice-presidente do GESP.

Políticas Públicas
A Prefeitura Municipal de Passo Fundo, através de suas Secretarias Municipais tem buscado desenvolver diversas ações que possam auxiliar a minimizar os problemas e conflitos entre desenvolvimento e meio ambiente, onde primeiramente embasado no Plano Diretor de Desenvolvimento Integrado – PDDI, que é o planejador do uso e ocupação do solo do território municipal, já previamente regra e tenta traçar as diretrizes que possam evitar possíveis danos ambientais e conflitos sociais.

Segundo o secretário do Meio Ambiente, Glauco Polita, tramita na Câmara Municipal de Vereadores o projeto de lei que cria a Política Municipal de Resíduos Sólidos Urbanos que buscará dar um “norte” e embasar o planejamento do gerenciamento dos RSU no município para os próximos 30 anos, com revisões a cada 2 anos. “Baseada nesta lei e com o Plano de Coleta Seletiva que está com o edital elaborado e aguardando a concordância do Ministério do Meio Ambiente, contrataremos consultoria para diagnosticar todo o universo dos resíduos em nossa cidade e buscar estabelecer metas futuras para o tema”, afirma o secretário.

Existe um projeto de expansão das cooperativas de recicladores, com o objetivo de oportunizar uma nova perspectiva de trabalho e geração de renda. Em outubro a prefeitura deve entregar dois novos pavilhões no bairro Donária e Bom Jesus equipados e prontos para a operação.

Educação nas Escolas
O Colégio Marista Conceição busca realizar aços na escola de educação ambiental, como palestras sobre a temática do “Lixo, um problema seu”, que aborda assuntos como poluição, consumo desnecessário e descarte consciente de lixo foram debatidos.

O Comitê da Cidadania contra a fome e a miséria juntamente com a Equipe 8 da Gincana do Colégio Marista Conceição está realizando uma campanha de arrecadação de lixo eletrônico em Passo Fundo. O material como fios, cabos, aparelhos eletrônicos em geral, unidades de CDs e DVDs, estabilizadores, monitores, telefones, celulares, CPUs e afins, se faz presente na casa de muitas pessoas, que não sabem como descartá-las e que agora terão uma oportunidade.

O material que for recolhido será revertido em benefícios à entidade e por isso, a equipe da escola está realizando a coleta até o dia 22 de setembro no Colégio Marista Conceição, quando será entregue ao Comitê de Cidadania. Informações podem ser adquiridas pelos telefones 81202714 com Ana Paula Nazzari, 99249592 com Vitória ou com Andressa 99264501.

Educação Ambiental, um aprendizado que deve fazer parte de todas as escolas

Cuidado com a Vida do Planeta nas escolas Notre Dame
A Rede de Educação Notre Dame tem a preocupação com o meio ambiente, sua preservação e revitalização, como um dos projetos estratégicos institucional. Com o nome de “Cuidado com a Vida do Planeta”, diferentes atividades ao longo do ano letivo efetivam o projeto.

Especificamente em Passo Fundo, o Colégio Notre Dame e a Escola Notre Dame Menino Jesus trabalham diretamente em ações com resultados palpáveis. A Cantata Natalina, promovida pelas entidades educacionais está cada ano voltando-se ainda mais para a questão da preservação ambiental. Este ano, todo o material impresso de divulgação e de promoção do evento, será em papel reciclado. Parte dos ornamentos natalinos da praça e dos adereços que as crianças apresentam nas janelas já é em material reciclado e sucata. O lixo que é recolhido da praça após as apresentações também é encaminhado para a reciclagem.

No Colégio Notre Dame acontece há cinco anos, a coleta de óleo de cozinha já utilizado. Neste período, calcula-se que pelo menos 10 mil litros de óleo de cozinha deixaram de ir para a natureza e foi reutilizado. Em um projeto que iniciou com a Bunge, a coleta deste material é permanente e hoje é destinada ao Projeto Transformação que reúne cooperativas de recicladores. Também a cantina da escola destina todo o óleo já utilizado para esta coleta.

As garrafas de refrigerantes (pet e alumínio) também são destinadas para a reciclagem, bem como todos os restos de papéis e rascunhos que são colocados nas lixeiras nas salas de aula.

Na Escola Menino Jesus, do aluno à direção, existe uma campanha de coleta e destino do lixo seco, em específico do papel. Uma vez coletado também é destinado ao Projeto Transformação que tem o apoio da Congregação das Irmãs de Nossa Senhora.

Em ambas as escolas existe um trabalho contínuo em sala de aula. Os professores utilizam, em todos os níveis de ensino, sucatas e material reciclado para o desenvolvimento de trabalhos nas diferentes áreas de conhecimento: produção de maquetes, trabalhos artísticos, quadros e outras apresentações são produzidas com material reutilizado. A Rede de Educação acredita que para cuidar da natureza é preciso educar-se para cuidar de si e do seu corpo em primeiro lugar. A natureza enquanto extensão do próprio corpo também será cuidada por consequência.

Dia Mundial da árvore
No Brasil, há mais de 30 anos, comemora-se no dia 21 de Setembro o Dia da Árvore. Ele marca um novo ciclo para o meio ambiente e o tempo para se reforçar os apelos para a conscientização de todos em favor das questões ambientais.

A educação ambiental deve ser transformadora, ela deve trabalhar diretamente com a mudança comportamental. Quando falamos em mudança comportamental de uma sociedade, não devemos ser imediatistas, mas sim reconhecer que esta construção que deve ser coletiva, não acontece da noite para o dia, às vezes levam- se gerações, mas é extremamente importante para o futuro da humanidade e para a conservação das florestas, rios e mares.

Fonte: Diário da Manhã.

Educação ambiental e desenvolvimento Sustentável

Para comemorar o Dia da Árvore, o Sistema FAEPA/SENAR-PB realizou, entre os dias 17 a 21 de setembro, a Semana da Sustentabilidade. O evento englobou diversas ações em João Pessoa e Pedras de Fogo e teve como objetivo principal incentivar a produção agropecuária sustentável e a preservação do meio ambiente na Paraíba.

A Semana da Sustentabilidade faz parte do Programa Campo Sustentável (PROCAMPOS) lançado pelo Sistema FAEPA/SENAR-PB no ano passado com o objetivo de incentivar o desenvolvimento da atividade agropecuária com sustentabilidade ambiental, social e econômica e divulgar as ações e projetos implementados pelo setor na Paraíba. “O produtor rural sabe que depende do meio ambiente para produzir. Ele tem consciência de que o equilíbrio ambiental é essencial para a produção e tem trabalhado com foco na sustentabilidade. O Procampos além de instruir também tem a missão de mostrar para toda a sociedade os exemplos de produção sustentável que temos, não só na Paraíba, mas em todo o país”, afirmou o presidente do Sistema FAEPA/SENAR-PB, Mário Borba.

A abertura das atividades da Semana, no dia 17/09, foi marcada pela instalação do Comitê de Consumo Consciente do Sistema FAEPA/SENAR-PB, que tem a missão de passar informações e dicas sobre a utilização inteligente dos recursos e disseminar ações que podem ser aplicadas no dia a dia, tanto no trabalho como em casa, para os colaboradores da instituição. “A palavra chave é atitude. A responsabilidade pela preservação é de cada um e começa com esforço individual e vigilância das nossas próprias atitudes. O objetivo do Comitê é incentivar a mudança que queremos ver em toda a sociedade aqui dentro da instituição”, afirmou o superintendente do SENAR-PB, Almiro de Sá Ferreira.

Na mesma ocasião, foram apresentados, pela Prof. Maria Camerina Maroja Limeira, da Universidade Federal da Paraíba (UFPB), os resultados do Projeto Recuperação do Rio Gramame, desenvolvido desde 2010. “A Bacia do Gramame é responsável por 70% do abastecimento de água de João Pessoa e por isso sua preservação é essencial. Além do trabalho de conscientização da população que vive em torno das nascentes e rios, é preciso políticas públicas que tornem natural esta preservação”, afirmou Maria Limeira.

Manejo Florestal: Alternativa econômica ecologicamente correta
No dia 19/09, foi realizado na sede do Sistema FAEPA/SENAR-PB, o Seminário sobre Manejo Florestal Sustentável da Caatinga. O evento, que reuniu mais de 100 produtores rurais e representantes das principais instituições do setor rural do estado, teve o objetivo de apresentar o manejo florestal como alternativa econômica sustentável para as propriedades rurais. “O manejo nada mais é do que o aproveitamento da floresta, respeitando a legislação e de forma sustentável, para obtenção de renda extra. Para o meio ambiente, o retorno também é garantido, pois a técnica ajuda a recuperar áreas degradadas, aproveitar os recursos da forma correta, protegendo os biomas”, afirmou o presidente do Sistema FAEPA/SENAR-PB, Mário Borba.

O tema foi amplamente debatido com palestrantes como o chefe da Unidade Regional Nordeste do Serviço Florestal Brasileiro, Newton Duque Barcellos, que falou sobre o manejo florestal para produção de biomassa e as oportunidades de mercado para este produto na Paraíba; o consultor e professor da Universidade Federal de Campina Grande, Lúcio Coutinho de Araújo, que passou orientações para elaboração de um projeto de manejo florestal e a importância de acompanhamento técnico, e o diretor do Departamento de Combate à Desertificação do Ministério do Meio Ambiente (MMA), Francisco Campello, que falou sobre o manejo como instrumento de combate à desertificação e alternativa de desenvolvimento local, apresentando iniciativas sustentáveis já existentes na Paraíba e outros estados do Nordeste.

De acordo com o diretor geral do Serviço Florestal Brasileiro/MMA, Antônio Carlos Hummel, também presente no evento, o grande desafio dos produtores é usar a floresta de modo sustentável. “Não existe manejo sem capacitação. O segredo é aprender a dar uso à floresta, preservando o meio ambiente e simultaneamente, obtendo uma complementação de renda para a propriedade”, afirmou Hummel.

Na parte da tarde, os participantes receberam informações sobre as linhas de crédito disponíveis para apoio a programas como Agricultura de Baixo Carbono (ABC), FNE Rural e Pronaf. Para apresentar as opções de crédito ao produtor rural foram convidados o representante da Secretaria de Política Agrícola do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), Wilson Vaz de Araújo, que apresentou as linhas e condições de financiamento para o Programa ABC e o gerente executivo do Pronaf, Crédito Fundiário e Mini e Pequenos Produtores Rurais do BNB na Paraíba, Sílvio Marcos Carvalho, que apresentou a estratégia do Banco do Nordeste na organização de APL´s e na sustentabilidade de empreendimentos. O técnico da Embrapa Semiárido e coordenador regional do Projeto Biomas – Caatinga, Lúcio Alberto Pereira, apresentou o Projeto Biomas Caatinga, executado pela Embrapa, juntamente com a CNA.

Plantando respeito pela natureza
No dia 20/09, a equipe do Sistema FAEPA/SENAR-PB foi a Pedras de Fogo, para a realização da palestra “Educação Ambiental e Consumo Consciente” nas Escolas Municipais Dulcinete N. de Medeiros, na zona urbana, e Antonio César de Carvalho, na zona rural. O evento, que envolveu cerca de 200 crianças, teve como objetivo principal conscientizar as gerações futuras da importância da preservação da bacia do Rio Gramame, importante fonte de abastecimento de água na Paraíba, e mostrar como cada um pode contribuir para proteger o meio ambiente.

As palestras foram ministradas pela equipe do SENAR-PB e também pela pedagoga Silvana Pequeno da Silva, que levou até às escolas a personagem “Dona Flor”, que passou para as crianças, de forma lúdica e divertida, dicas para economizar água e energia, reciclar materiais e preservar a natureza, além de instruções de como cada um deveria plantar e cuidar das suas futuras árvores. “Assim como cada criança plantou uma muda na nascente, eu espero ter plantando uma sementinha de respeito e amor em cada uma delas”, disse Silvana.

Além das palestras, o evento, organizado em parceria com o Projeto de Recuperação de Nascentes do Rio Gramame da UFPB e a Prefeitura Municipal de Pedras de Fogo, também contou com o plantio de aproximadamente 80 mudas de diferentes espécies de árvores nas nascentes Cacimba da Rosa e Nova Aurora.

De acordo com o superintendente do SENAR-PB, Almiro de Sá Ferreira, é preciso preparar as gerações futuras para a nova realidade que o mundo está vivendo. “As crianças precisam estar preparadas para este novo mundo, onde será necessário produzir cada vez mais para alimentar a população que cresce descontroladamente, respeitando sempre o meio ambiente e preservando os recursos naturais do planeta”, afirmou.

Distribuindo o verde
O encerramento da Semana da Sustentabilidade aconteceu no dia 21/09, às margens da Lagoa, em João Pessoa, com a entrega gratuita de cerca de 800 mudas de árvores nativas da região. Durante toda a manhã, a equipe do Sistema FAEPA/SENAR-PB distribuiu mudas e informação para a população que passava pelo Parque Sólon de Lucena.

“Esta ação é muito gratificante, pois além de distribuir árvores e conhecimento, temos a oportunidade de conversar com as pessoas e saber que, independente do motivo e da espécie da árvore, todas elas querem ajudar a construir um futuro mais verde”, afirmou a assessora da Presidência do Sistema FAEPA/SENAR-PB, Eudete Petelinkar.

Fonte: Porto Gente.

Educação ambiental se aprende dentro e fora das salas de aula

Alunos da rede municipal de ensino de Santarém visitam a Escola da Floresta (Foto: Reprodução de TV)Projeto Escola da Floresta, no município de Santarém, no Estado do Pará, desperta para a importância da preservação do meio ambiente na região

A educação ambiental está em pauta. Dentro e fora das salas de aula. O projeto Escola da Floresta, no município de Santarém, no Estado do Pará, se propõe a uma experiência inovadora para a conscientização da importância da preservação do meio ambiente. A iniciativa promove uma releitura das relações com a natureza para alunos, professores e moradores das comunidades locais.

Ocupando uma área de 33 hectares de mata, a Escola da Floresta atua em parceria com a rede municipal de ensino da região, proporcionando às instituições diversas atividades para alunos de todas as idades. Nas instalações, as crianças visitam a casa de farinha, a casa do seringueiro, o viveiro de peixes e oscanteiros, e fazem trilhas na área da escola.

A Escola Deputado Ubaldo Correa está entre as beneficiadas pelo projeto. Todos os alunos, do 6º ano ao 9º ano, somando 1,1 mil crianças, participam das atividades. Algumas são desenvolvidas no próprio ambiente do colégio, como palestras. “Há muita interação por parte dos alunos, o que contribui para uma mudança de percepção e de comportamento”, comenta a professora Georgete Maria da Silva Lira, uma das coordenadoras do projeto de meio ambiente da escola.

Assim, a Escola da Floresta busca estimular mudanças de práticas e valores quanto à preservação do meio ambiente, em um espaço de troca de experiências e ações de educação ambiental, com a finalidade de promover atividades que estimulem indagações, fomentem desafios e tragam informações para uma nova percepção ambiental.

Georgete destaca como as atividades ajudam a formar uma consciência ecológica nos alunos: “Eles são estimulados a plantar, conhecem diferentes tipos de árvores, visitam igarapés e aprendem sobre os perigos da erosão e do desmatamento”.

Um dos espaços de destaque é o Memorial Chico Mendes, que apresenta fotos, livros e artigos sobre a história do seringueiro ícone do movimento em defesa da Amazônia.

Fonte: Rede Globo.

Educação ambiental: um direito do cidadão

É sabido que a relação do ser humano com a natureza existe desde o surgimento deste na face da terra. É sabido também, que as civilizações antigas eram essencialmente camponesas, e por uma questão de sobrevivência nossos ancestrais começaram a desenvolver a capacidade de apropriar-se da natureza e dela extraírem seus sustentos para melhor viver.

Evoluíram e, com esta evolução surgiram núcleos rurais, organizações urbanas e cidades, nesse momento começa também a preocupação dos gestores com o processo educativo visando o bom convívio em sociedade. Na Grécia antiga, por exemplo, o sistema filosófico servia como base para a sustentabilidade do sistema social.

Atualmente a preocupação com a preservação e conservação ambiental encontra-se em franca expansão. Informações precisas sobre a vida moderna via mídia tornou-se uma necessidade básica em qualquer parte do mundo inteiro.

O marco conceitual aceito internacionalmente sobre educação ambiental e meio ambiente proposto na 1ª conferência sobre este tema ocorreu em Tbilisi em 1972, hoje é uma referência a premente da vida moderna.

Dessa conferência saiu à recomendação n. 01 que trata das funções, dos objetivos e de princípios básicos que norteiam a educação ambiental no mundo, como forma regulamentadora e orientadora na preparação de recursos humanos visando à sustentabilidade da vida.

Para muitos educadores e instituições de ensino, a educação ambiental é um poderoso instrumento de transformação da sociedade humana moderna, pois sabendo maneja-la corretamente irá atuar na sensibilização e respeito a valores éticos inalienáveis da vida e da justiça social.

No início do século passado o cientista Albert Einstein, já questionava, “porque estamos tão pouco felizes com esta maravilhosa ciência aplicada que economiza trabalho e torna a vida mais fácil? E respondia a si mesmo, alegando que era simples, é porque ainda não aprendemos a nos servir dela com bom senso”.

Existe hoje um programa chamado – PIEA – Programa Internacional de Educação Ambiental, coordenado pela ONU, integrando 133 países, com objetivo de aperfeiçoar e ampliar conteúdos, métodos, produzir material didático/pedagógico para educadores ambientais, visando acima de tudo sensibilizar a moderna sociedade humana para a difusão continuada da educação ambiental.

No Brasil a partir da década de 70 a educação ambiental, começou a dar seus primeiros passos como instrumento de mudanças conceitual sustentável. Em 1988 ouve um significativo reforço na educação a ambiental com o advento da constituição federal assegurando juridicamente ao país sustentabilidade continuada ao processo.

A região Amazônica e, em especial mato grosso, detentor de gigantescas riquezas naturais e humanas, constitui-se naturalmente em um referencial de convergência frutífera para soluções ou agravamento das questões em foco.

Sabemos que nos seres humanos, cientistas, pesquisadores, gestores e sociedade precisarão encontrar caminhos para desenvolver-se economicamente e preservar a continuidade da vida no meio ambiente.

Nesse viés, penso que a educação ambiental é sem duvidas um poderosíssimo instrumento de transformação e sensibilização do ser humano, bastando para isso que sejamos inteligentes. Portanto senhoras e senhores mãos a obra praticando o que nos assegura a carta magna do país.

*Romildo Gonçalves é Biólogo em Educação e Meio Ambiente, Perito Ambiental em fogo florestal e Professor pesquisador da UFMT/Seduc. romildogoncalves@hotmail.com.

Fonte: Diário de Cuiabá.

Educação ambiental chega às escolas através do teatro

Iniciativa da Fundação Eco, da Basf, ajuda a conscientizar crianças e adultos sobre proteção ao meio ambiente.

Fazer com que ações de conscientização ambiental cheguem a povoados mais distantes de grandes centros urbanos, principalmente à regiões onde está concentrada grande parte do bioma Mata Atlântica é uma das ações de sustentabilidade tidas como prioritárias pela Basf.

Por meio do Espaço Fundação Eco, um dos braços sociais da empresa, o gerente de educação da entidade, Fernando Feitosa, conta que a companhia leva conhecimento à crianças e adolescentes por meio da arte teatral.

“O objetivo é transmitir a mensagem sobre a importância da sustentabilidade de forma lúdica, já que estamos falando de um público composto por crianças e adolescentes”, diz.

“Esse conhecimento, com certeza, tornará esses jovens mais conscientes e críticos sobre o tema”, afirma, lembrando que o programa Teatro Mata Viva vem alertando a população jovem para seus atos ambientais desde 2008.

Apesar de uma linguagem adaptada para esse público, Feitosa conta que adultos também se tornam receptivos à mensagem.

“Temos recebido constantemente pedido de cooperativas parceiras no projeto para que a peça seja encenada para seus funcionários.”

Neste ano, a ação que é oferecida gratuitamente, já chegou às cidades de Sapezal (MT), Chapecó (SC) e Bebedouro (SP), tendo sido apresentada para aproximadamente 7 mil jovens em agosto. Neste mês de setembro, a peça teatral deve reunir aproximadamente 2.400 estudantes, com idade entre 6 e 12 anos oriundos, principalmente, da rede pública de ensino municipal.

Apesar do esforço realizado,Feitosa não deixa de concordar que os resultados não são imediatos. “Ele vão acontecendo ao longo tempo”, diz.

Além dessa ação, a companhia também desenvolve nesse sentido o programa Atlas e Trilha Ecológica. O Atlas é um programa de capacitação de professores e educação de alunos da rede pública sobre aspectos geopolíticos orientados pela sustentabilidade.

“O nosso atlas mostra a localização do município com aspectos de sua realidade como topografia, história e imagens da região”, explica.

Já a trilha, segundo Feitosa é uma ferramenta prática sobre educação ambiental. “É colocar de fato o aluno em contato com as áreas de preservação ambiental”, diz.

O Programa Mata Viva desenvolve ações de educação e readequação ambiental, incluindo a recuperação de matas ciliares e nascentes de rios em biomas da Mata Atlântica e do Cerrado.

Desde o início, o programa já diagnosticou mais de 45 mil hectares de área em 121 propriedades rurais e já plantou mais de 730 mil mudas em 439 hectares, sempre em parceria com cooperativas agrícolas de importantes regiões produtoras.

Já as ações de educação ambiental, que incluem atividades em escolas públicas, capacitação de professores e a conscientização de jovens – das quais o Teatro Mata Viva faz parte – já chegaram a mais de 70 mil pessoas.

Fonte: Brasil Econômico.

Escola do Acre é referência em educação ambiental na Amazônia

Instituição possui um bosque para a melhor educação das crianças

A harmonia entre aluno e o ambiente tornou a escola Clínio Brandão, em Rio Branco, uma referência na educação ambiental. De acordo com a Coordenadora de ensino da escola, Vânia de Souza, a diferenciada estrutura da instituição fez a convivência ser natural.

A escola destaca também pelo plano educacional para crianças com diversos tipos de deficiência, além de formar uma consciência ambiental em cada uma.

Por meio de projetos ambientais, os professores ressaltam aos seus alunos que é possível crescer e desenvolver a economia, sem causar danos ao meio ambiente.

Os professores são capacitados a desenvolver projetos, para levar aos alunos a importância do desenvolvimento ambiental do nosso planeta. “Foi desafiador, pois essa área iria ser desmatada para a construção de uma quadra poliesportiva, mas a consciência da preservação das árvores centenárias motivou a comunidade a manter a área verde”, afirma Vânia.

Na preservação de um espaço agradável, os alunos podem se divertir e estudar ao ar livre. “Foi ótima escolha criar um espaço diferenciado, tanto para a comunidade como para os alunos”, comenta a coordenadora.

Fonte: Portal Amazônia.

Ensino da educação ambiental em escola ajuda na conservação de mangueiras centenárias

Escola Clíneo Brandão no Acre desenvolve projeto de incentivo a preservação do meio ambiente e conservação de mangueiras centenárias.

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