Geólogos visitam afloramentos de rochas sedimentares durante treinamento na Chapada Diamantina

O grupo conheceu formações de calcário raso na bacia de Irecê

Pesquisadores em geociências que participam do treinamento em cartografia geológica, que está sendo realizado no Centro Integrado de Estudos Geológicos (CIEG), em Morro do Chapéu (BA), realizaram, nesta terça-feira (17/7), mais uma atividade de campo. Eles visitaram área de lavra de uma mina de fosfato e afloramentos de rochas carbonáticas na formação salitre na bacia de Irecê, e de arenitos, no topo do Morro do Chapéu, que fazem parte da Chapada Diamantina.

O treinamento faz parte do programa de reciclagem dos profissionais que atuam em projetos de mapeamento da Diretoria de Geologia e Recursos Minerais. “Durante os exercícios de campo os alunos observam o processo de formação, tipo, idade e ambiente das rochas”, explica o geólogo Reginaldo Alves dos Santos, chefe do Departamento de Geologia. A região possui uma grande diversidade geológica permitindo que em um raio de 40 km seja possível conhecer três ambientes de rochas sedimentares.


“Durante visita aos afloramentos selecionados eles desenvolvem habilidades que irão contribuir para o trabalho de mapeamento geológico em suas respectivas unidades”, destaca o geólogo Antônio Dourado, coordenador do CIEG. Segundo Dourado, o centro de estudos passa por um processo de revitalização e deverá receber novas turmas de geólogos da CPRM para treinamento, além de alunos de graduação e pós-graduação de diversas universidades.

Para o geólogo Joaquim das Virgens, que atua em projetos desenvolvidos pela Residência de Teresina, os cursos do treinamento servem não apenas para reciclar, mas também adquirir novos conhecimentos. “Estamos tendo novas visões e conceitos da geologia, com os novos recursos tecnológicos e técnicas”, avalia. Helen Lopes, geóloga da Superintendência de Belém, também compartilha a mesma opinião. “É um resgate de tudo que aprendi na universidade, mas que ainda não havia colocado em prática”, acrescenta Helen.

O grupo de pesquisadores irá integrar projetos piloto, que serão iniciados no segundo semestre, em Goiás, Tocantins, Pará, Mato Grosso do Sul, Piauí, Bahia e Minas Gerais. Durante o treinamento, os participantes estão reciclando o conhecimento em diversas áreas: interpretação geofísica, sensoriamento remoto, geologia estrutural, processamento digital de imagens de satélite, fotointerpretação, estratigrafia e metodologia de mapeamento da CPRM. A última etapa do treinamento será uma expedição à Faixa Sergipana.

Fonte: CPRM.

IBGE facilita download de mapas topográficos do Brasil

Mapa Índice Digital está disponível no site do instituto.
Usuários podem consultar mapas para estudos.

Usuários poderão consultar folhas topográficas como a da cidade de Brasília, na imagem (Foto: Divulgação)
O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) disponibilizou em seu site uma versão digital de mapas topográficos do Brasil de forma que o usuário consiga baixá-los mais facilmente. Os dados podem ser utilizados para estudos e estão disponíveis na área de downloads do site do instituto (clique aqui para acessar).

O Mapa Índice Digital tem como referência dados do ano de 2011, e traz um conjunto de informações atualizadas relativas ao mapeamento sistemático existente no país, de acordo com o IBGE.

Esta é a quarta edição do Mapa Índice em versão digital desde 2002. Anteriormente, ele só era possível ser obtido pela loja virtual do IBGE ou no Centro de Documentação e Disseminação de Informações (CDDI).

O conteúdo é composto por um conjunto de informações sobre bases cartográficas de referência, permitindo sua recuperação e apresentação tanto para impressão quanto em meio digital. Nesta edição, foram inseridas informações sobre ortofotos – mosaico de fotos aéreas ortorretificadas – e modelos digitais de elevação.

O Mapa Índice foi feito para consulta de órgãos governamentais, instituições públicas e privadas, universidades, órgãos de pesquisa e profissionais como engenheiros cartógrafos, geógrafos, geofísicos, estatísticos, planejadores e administradores, bem como professores e estudantes, entre o público geral.

As informações podem ser aplicadas em mapeamento aeronáutico, rodoviário e ferroviário; legislação de estruturas territoriais, regional e setorial; projetos ambientais; segurança e defesa nacional; estudos e projetos governamentais; projetos de desenvolvimento urbano entre outros.

Fonte: Globo.com.

Método baseado em RNAs pode prever consumo de água

Estudo do Departamento de Engenharia Hidráulica e Sanitária da Escola Politécnica (Poli) da USP, resultou num método para prever a demanda de água em regiões urbanas, que poderá ser usado para otimizar o abastecimento da Região Metropolitana de São Paulo (RMSP). A autora do trabalho, a engenheira civil Cláudia Cristina dos Santos, usou Redes Neurais Artificiais (RNA) para analisar as variáveis socioambientais e meteorológicas que influenciam o consumo água na RMSP e desenvolver um modelo de previsão de demanda a curto prazo.

RNAs são estruturas ou sistemas computacionais que realizam o processamento de dados de maneira semelhante ao cérebro humano. “As redes neurais artificiais são modelos de processamentos matemáticos que tentam simular os sistemas naturais, utilizando-se de estruturas análogas às Redes Neurais Biológicas (RNB)”, explica Cláudia, que hoje trabalha como técnica em Ciência e Tecnologia, no Departamento de Sensoriamento Remoto do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). “Elas são baseadas na simulação computacional de aspectos da inteligência humana, levando em consideração a capacidade que o nosso cérebro tem de aprender e tomar decisões estruturadas em sua aprendizagem.”

De acordo com a pesquisadora, as RNAs têm sido utilizadas em tarefas de reconhecimento de padrões, processamento de sinais, controle de processos, otimização de sistemas e previsões. No caso do seu trabalho, o sistema pode prever o consumo para o dia seguinte ou até mesmo para a próxima hora. “Sabendo a previsão para próxima hora pode-se fazer a otimização de um sistema”, diz Cláudia. “Devido ao aumento do crescimento populacional da RMSP, a disponibilidade hídrica existente e a complexidade do sistema de abastecimento, esta pesquisa é uma importante ferramenta para auxiliar na operação e melhorar o fornecimento de água.”

Para o estudo das variáveis sócio-ambientais e meteorológicas, Cláudia utilizou dados de consumo de água fornecidos pela Sabesp e meteorológicos do Instituto de Astronomia, Geofísica e Ciências Atmosféricas (IAG), da USP. A pesquisa foi feitas nas principais Estações de Tratamento de Água (ETA) dos oitos sistemas produtores de água que compõem o Sistema de Abastecimento da RMSP. Para realizar a previsão de demanda foi analisada apenas a ETA do sistema Cantareira, que é o maior da RMSP, e um pequeno setor considerado como de consumo doméstico, chamado de Itaim Paulista, no bairro do mesmo nome, na Zona Leste da cidade de São Paulo.

Segundo a pesquisadora, a ETA Cantareira e o setor Itaim Paulista foram utilizados para avaliar a relação entre o consumo e as variáveis socioambientais e meteorológicas para o ano de 2005. Os dados obtidos foram usados para o treinamento, o teste e a previsão feitas pelas RNAs. Para a ETA Cantareira foram criados 8 modelos de previsão e para o setor ltaim Paulista, 57. O desempenho dos modelos foi avaliado por meio de vários parâmetros estatísticos. “Os resultados mostraram a importância da “memória” das RNAs, pois ela ajuda a melhorar o desempenho da previsão”, conta Cláudia. “Os resultados das previsões tiveram níveis de erros aceitáveis.”

Perfil de consumo
O levantamento do consumo médio mensal, por sua vez, mostrou que ele varia ao longo do ano, sendo maior no verão, com pico em março, e menor no inverno, com destaque para julho. Em geral, a tendência do consumo é diminuir a partir do mês de março e aumentar a partir do mês de novembro. O mês de agosto tem um pico em relação aos meses de inverno, consequência do tempo seco que ocorre nesse período, que provoca um aumento no consumo. Durante a semana, o domingo é o dia de menor consumo e a sexta-feira o de maior, sendo que as quartas-feiras e os sábados são dias de consumo próximos da média. “Mas isto não é regra, porque esta variação depende de fatores inerentes à região de cada sistema”, diz Cláudia.

O mesmo pode ocorrer em relação ao consumo no decorrer do dia. “Em geral o pico do consumo acontece a partir das 12 horas, quando passa a ser mais ou menos constante, com pequenas variações até as 17 horas”, revela Cláudia. “Depois começa a diminuir por volta das 18 horas, tornando-se quase constante no período entre 21 e 24 horas. O período entre 1 às 6 horas da manhã apresenta uma redução do consumo, sendo que o mínimo ocorre às 6 horas da manhã. Após este período passa a aumentar novamente.”

Fonte: O Repórter.

Inpe lança site para comemorar 50 anos

O Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) lançou um site exclusivo para celebrar as realizações que marcaram seus 50 anos de história.

Na “Linha do Tempo”, o site traz os principais fatos e realizações do Inpe, em suas diversas áreas de atuação, contextualizados a acontecimentos marcantes no Brasil e no mundo, na ciência e tecnologia.

No site estão disponíveis cartilhas didáticas, para o público jovem, sobre os 50 anos, as mudanças climáticas, astrofísica e atividades gerais.

Em contínua atualização, o site também apresenta galeria de fotos, videoteca e uma seção especial destinada a todos que desejarem contar sobre projetos, curiosidades e ações que colaboraram para que o Inpe chegasse aos 50 anos como uma instituição de excelência.

Disponível em português e inglês, o site conta ainda com ferramentas para envio de atualizações aos usuários via RSS e página no Facebook.

Em 3 de agosto de 1961, o Inpe iniciou suas atividades com foco nas ciências espaciais e, como resultado, hoje abriga grupos de pesquisas reconhecidos mundialmente em áreas como geofísica, astrofísica, aeronomia e física de materiais. Depois de também conquistar o reconhecimento no sensoriamento remoto por satélites e na meteorologia, instalou um centro de excelência para detectar mudanças ambientais e avaliar seus impactos no desenvolvimento nacional.

O Inpe possui um dos supercomputadores mais poderosos do mundo para aplicações meteorológicas, climáticas e ambientais, aquirido com recursos do Ministério de Ciência e Tecnologia (MCT) e da FAPESP. Sediará o Centro Nacional de Monitoramento e Alerta de Desastres Naturais, coordenado pelo MCT, com inauguração prevista para este ano.

O Instituto distribuiu gratuitamente, pela internet, as imagens de satélites que beneficiam o sistema de gestão do território do próprio governo, a pesquisa nas universidades e o desenvolvimento das empresas privadas, que geram emprego e renda com tecnologia espacial.

Mais informações: www.inpe.br

Fonte: Agência Fapesp.

CPRH faz sobrevoo à ilha de Itamaracá para monitorar erosão da orla

Técnicos da Agência Estadual de Meio Ambiente do Estado (CPRH) realizam esta manhã um sobrevôo à Ilha de Itamaracá. O objetivo é mapear as áreas degradadas da orla para subsidiar o Projeto Orla de Itamaracá que monitora regularmente a costa marítima e estuarina do município.

As fotos vão alimentar o Sistema de Informações Geográficas (SIG) que vem sendo desenvolvido pela CPRH com o apoio da Secretaria Estadual de Meio Ambiente e Sustentabilidade (Semas). A proposta é realizar essa atividade anualmente permitindo a comparação entre os dados de diversas épocas.

O monitoramento também esta sendo feito por meio de fotografias terrestres cobrindo toda a extensão da orla marítima, registrando as ocupações indevidas e os perfis morfológicos em nove praias ao longo da ilha. O resultado desses levantamentos vai possibilitar acompanhar as mudanças na configuração e nas taxas de erosão e sedimentação em cada uma das praias.

O projeto é financiado pela Semas com recursos do Fundo Estadual de Meio Ambiente e coordenado pela CPRH, através do Setor de Monitoramento Ambiental Integrado da Unidade de Gestão Costeira (UGC) da agência. O trabalho conta com o apoio do Laboratório de Geologia e Geofísica Marinha (LGGM) da UFPE, para mapear a linha de preamar máxima atual. As unidades de Educação Ambiental (UEA) e Geoprocessamento (UGEO) da CPRH também vão dar suporte nesse processo.

O Projeto Orla é uma estratégia para descentralização das políticas públicas visando repassar atribuições de gestão da orla, atualmente no Governo Federal, para uma articulação entre as três esferas de governo, ampliando, assim, a capacidade de gestão do município sobre sua orla marítima.

Fonte: Diário de Pernambuco.

Pacific Rubiales fornece atualização operacional das suas atividades em E&P

Ela inclui um novo recorde de produção operada bruta de 242.000 barris de petróleo equivalente por dia

A Pacific Rubiales Energy Corp. (TSX: PRE; BVC: PREC) forneceu hoje uma atualização
operacional sobre seus ativos de exploração na Colômbia, Peru e Guatemala. A Companhia também anunciou que, na medida em que ela continua aumentando sua produção, atinge agora um novo recorde de produção de 242.000 barris de petróleo equivalente por dia.

Ronald Pantin, CEO da Companhia, comentou: “Estamos muito satisfeitos com o progresso de todas as nossas atividades. Continuamos alcançando novos marcos de produção, mostrando a nossa capacidade de atingir as metas desafiadoras por nós mesmos estabelecidas. No front de exploração, estamos em meio a uma campanha muito intensa, a qual deve pavimentar o caminho para a adição de novas reservas e apoiar os nossos objetivos desafiadores de crescimento. Além disso, os preços premium pelo qual o nosso petróleo pesado bruto está sendo vendido também enfatiza a adição de valor de nossas atividades de comercialização.”

Exploração
Desde a publicação dos resultados do segundo trimestre, a Companhia continua a ter êxito na campanha de perfuração de exploração em seus campos Rubiales/Piriri, Quifa Sudoeste e Quifa Norte e na expansão da base de recursos nestes campos. No presente momento, a Companhia já começou a perfuração exploratória nos blocos Topoyaco e Arauca e a Agência Nacional de Hidrocarbonetos da Colômbia (”ANH”) aprovou a conversão do Acordo de Avaliação Técnica (”TEA”) do bloco CPE-6 em um contrato de Exploração e Produção (”E&P”), abrindo o caminho para a campanha exploratória ali.

Estes resultados formam a base para a atualização dos recursos e reservas certificados da Companhia que a empresa espera emitir antes do final de setembro de 2011.

Colômbia
Contratos Rubiales-Piriri
A Companhia continua sua campanha de avaliação nas zonas tampão ao leste e sul dos Contratos Rubiales e Piriri e perfurou quatro poços de avaliação: o Rub-362, perfurado na zona tampão do sul do Contrato Piriri e os poços Rub-403, Rub-557 e Rub-558ST1, todos perfurados na zona tampão do leste do Contrato Piriri. Estes poços tiveram sucesso, com espessuras do lençol de 10 e 19 pés e estão passando por testes de produção de longo prazo. Estes sucessos apoiarão a certificação de reserva para esta área e eles serão parte integrante da documentação para solicitar a extensão necessária de comercialidade para esta parte do Contrato.

Além disso, a Companhia iniciou a perfuração do poço 551ST1 na zona tampão de Rubiales. A profundidade final deverá ser alcançada nos próximos dias. As localizações dos poços são mostradas no mapa abaixo:
http://files.newswire.ca/959/PacificRubialesFig1.pdf

Quifa Norte
Depois de receber a licença ambiental exigida, a Companhia continuou a campanha de exploração nas prospecções “Q” e “F” de Quifa Norte e perfurou quatro poços: o Opalo-1 de exploração, Opalo-2 e Opalo-3 de avaliação na prospecção “Q” e o poço de avaliação Ambar-4 na prospecção “F”.

O poço de exploração Opalo-1 foi perfurado na prospecção “Q”, e encontraram o topo das areias basais Carbonera a 3.230 pés de profundidade medida (”MD”), ou 2.652 pés de profundidade vertical verdadeira abaixo do nível do mar (”TVDSS”) e o contato óleo-água
(”OWC”) a 3.264 pés MD ou 2.686 pés TVDSS, resultando em uma coluna de petróleo de 32 pés no poço com 30% de porosidade média. O poço de avaliação Opalo-2 foi perfurado a uma distância de 4,1 km a nordeste do Opalo-1 e encontrou o topo das areias basais Carbonera a 3.206 pés MD ou 2.667 pés TVDSS e o OWC a 3.252 pés MD ou 2.713 pés TVDSS. A avaliação petrofísica mostrou 24 pés de espessura do lençol e 31% de
porosidade média. O poço de avaliação Opalo-3 foi perfurado a uma distância de 1,8 km a nordeste de e 2,2 km a sudoeste dos poços Opalo-1 e Opala-2, respectivamente. O topo das areias basais Carbonera foi encontrado a 3.256 pés MD ou 2.661 pés TVDSS e o OWC a 3.292 pés MD ou 2.697 pés TVDSS e a avaliação petrofísica do poço mostrou uma espessura do lençol de 26 pés com porosidade de 31%. O Ambar-4 foi perfurado a uma distância de 700 m a nordeste do poço estratigráfico anteriormente perfurado Quifa-26X e a 5 km a nordeste do poço exploratório Ambar-1. O topo das areias basais Carbonera foi
encontrado a 3.304 pés MD ou 2.633 pés TVDSS e o OWC a 3.326 pés MD ou 2.654 pés TVDSS. A avaliação petrofísica para o poço Ambar-4 mostrou 15 pés de espessura do lençol com porosidade média de 31%.

Estes quatro poços bem-sucedidos estão passando por testes estendidos de produção no momento. Estes resultados, juntamente com os resultados dos poços anteriormente perfurados Quifa-6- e Jaspe-1ST2 e Jaspe-3 na prospecção “A”, confirmam o potencial de hidrocarbonetos desta parte do bloco. A fim de confirmar a extensão destas prospecções, a Companhia planeja manter a campanha de perfuração de avaliação no Quifa Norte nos próximos meses, que inclui 12 poços adicionais (inclusive de exploração, avaliação e estratigráficos). A figura a seguir mostra as localizações dos poços no Quifa Norte:
http://files.newswire.ca/959/PacificRubialesFig2.pdf

Quifa Sudoeste
No campo Quifa SO, a Companhia continuou a campanha e perfurou cinco poços de avaliação nas prospecções localizadas nas áreas correspondentes àquelas anteriormente referidas como prospecções “H”, “E”, “J” e “D”. Os poços Quifa-84x e Quifa-136ST foram perfurados a nordeste da prospecção “H” e mostrou espessuras do lençol de 26 pés e
32 pés, respectivamente. O poço Quifa-113 foi perfurado a sudoeste da prospecção “E” e mostrou 18 pés de espessura do lençol. O poço Quifa-141X foi perfurado a nordeste do poço DW-1 na prospecção “J” com 13 pés de espessura do lençol e o poço DW-2 foi perfurado na parte norte da prospecção “D” e mostrou 14 pés de espessura do lençol. Este último poço estendeu a prospecção “D” para o norte no corredor entre o alinhamento das prospecções “D” e “E” e os alinhamentos das prospecções “K” e “L”. Estes cinco poços de avaliação estendeu com êxito a área de produção do campo Quifa sudoeste para nordeste, sudeste e sudoeste. As localizações dos poços no Quifa SO são mostradas no mapa abaixo:
http://files.newswire.ca/959/PacificRubialesFig3.pdf

Contrato de E&P CPE-6
Em 18 de agosto de 2011, a Companhia recebeu a aprovação da ANH para a conversão da parte norte do TEA em um contrato de E&P, com uma área total de 240.000 hectares. O contrato correspondente será assinado dentro das próximas duas semanas. Os compromissos mínimos de exploração para uma primeira fase de exploração de 36 meses incluem a aquisição de 480 km de sísmica 2D ou 300 km2 de sísmica 3D e um posso de exploração. Esta campanha de exploração começará assim que as partes assinem o contrato.

A Companhia detém 50% de participação no presente contrato e atuará como operadora, com a Talisman Energy Inc. detendo os 50% restantes.

CPO-12
Recentemente, a Companhia começou a aquisição de 300 km2 de sísmica 3D na parte noroeste do Bloco CPO-12. Esta aquisição deve ser concluída até o final de 2011.

Arauca
No Bloco Arauca e no poço Torodoi-1X, tentou-se um teste de produção no intervalo Carbonera C-5, mas devido a problemas operacionais com a cimentação, o poço está temporariamente suspenso e a sonda foi transferida para perfurar o poço Vaco-1X.

O poço exploratório Vaco-1X começou a ser perfurado em 28 de agosto, tendo a Formação Mirador como seu principal objetivo exploratório e o Carbonera C-5 como objetivo secundário. A profundidade total (”TD”) está planejada em 8.663 pés MD (6.546 pés TVDSS). O poço Vaco-1X será perfurado direcionalmente a partir da superfície do local do poço Torodoi-1X ao sul, para testar uma estrutura separada das Formações Mirador e Carbonera, onde, a avaliação petrofísica no poço Torodoi-1X mostrou reservas nas areias do Carbonera C-5, bem como uma boa mostra de petróleo residual na Formação Mirador.

La Creciente
Como parte da campanha de avaliação para a descoberta de gás Apamate-1X, a Companhia está planejando iniciar a perfuração do poço de avaliação Apamate-2X no mês de setembro. O poço tem uma TD esperada de aproximadamente 11.300 pés MD.

Dindal-Rio Seco
O poço de exploração Capira-1X foi perfurado ao sul do poço ES-6 ST2 e atingiu a TD a 9.887 pés MD na Formação Cordoba, em 05 de julho de 2011. A avaliação petrofísica mostrou 25 pés de espessura do lençol na Formação Cimarrona. Depois de uma tentativa de abertura de um poço de amostragem, nenhuma presença de petróleo foi observada e foi suspenso para aguardar mais análise G&G.

Topoyaco
Em 31 de agosto de 2011, a Trayectoria Oil & Gas, operadora deste bloco, iniciou a perfuração do poço Yaraqui-1X na parte central do bloco Topoyaco. O poço deverá atingir uma profundidade total de 10.509 pés MD ou 9.402 pés de profundidade vertical verdadeira (”TVD”) ou 8.484 pés TVDSS e tem como alvo as formações Cretáceas Villeta e
Caballos, em uma estrutura de sub-pressão denominada prospecção “D”. Esta prospecção é um coletor estrutural de sub-pressão que a Companhia acredita ser independente das estruturas previamente perfuradas “B” e “C” no bloco. Os recursos potenciais preliminares
(melhor estimativa) são 51 MMboe. Também no bloco, a Companhia deverá desenvolver um plano de avaliação extensivo da descoberta feita no poço Topoyaco 2 na prospecção “C” no Membro Neme da Formação Rumiyaco. Os recursos contingentes certificados para esta descoberta são estimados em 3,74 MMboe. A Companhia também planeja abandonar o poço Topoyaco 1 após a perfuração Yaraqui-1X.

A Companhia solicitou a aprovação da ANH para se tornar a operadora do Bloco Topoyaco, aprovação esta que permanece pendente.

Peru
Bloco 138
A Companhia está atualmente processando 559 km de dados sísmicos 2D, como parte dos compromissos exploratórios adquiridos para o segundo período de exploração. As interpretação preliminares destes dados sugerem a presença de alterações estruturais importantes nos níveis estratigráficos Cretáceo e Paleozoico na parte central e leste do
bloco. A Companhia está avaliando os recursos para essas estruturas.

Guatemala
Os programas de aquisição de dados de sensoriamento geofísico e remoto estão em fase de contratação. As operações deverão começar em novembro de 2011.

Produção
Colômbia
A Companhia continua o desenvolvimento da sua base de reserva existente. A partir de 31 de agosto de 2011, o campo Rubiales registrou o nível recorde de 184.738 barris de petróleo por dia de produção operada, enquanto o campo Quifa Sul também registrou o nível recorde de 40.104 barris de petróleo por dia de produção operada, o que contribui para uma produção conjunta de 224.842 barris de petróleo por dia. Com as produções do campo de gás La Creciente e dos campos de petróleo bruto leve e médio sendo somadas, a produção bruta total da Companhia supera a marca de 242.000 barris de óleo equivalente por dia, consolidando a posição da Pacific Rubiales como a maior produtora privada de petróleo na Colômbia.

Projeto Star
A Companhia e a Ecopetrol, S.A. já executaram toda a documentação legal necessária para prosseguir com o Projeto Piloto STAR no Bloco Quifa. Esta execução desencadeou agora os passos técnicos necessários para começar as operações do projeto do projeto em um futuro muito breve.

Comercialização do petróleo
A Companhia continua tirando vantagem das oportunidades de comercialização em um mercado que valoriza os óleos pesados. Os volumes Castilla da Companhia vendidos em setembro teve um rendimento médio acima de US$ 10,7/bbl premium de WTI, o que
representa um valor significativo acima do marcador de preço bruto tradicional.

A Pacific Rubiales, uma companhia com sede no Canadá e produtora de gás natural e petróleo bruto pesado, detém 100 por cento da Meta Petroleum Corp., uma operadora de petróleo da Colômbia que opera os campos de petróleo Rubiales e Piriri na Bacia de Llanos em associação com a Ecopetrol S.A., a companhia nacional de petróleo colombiana. A Companhia se concentra na identificação de oportunidades, principalmente ao leste da Bacia de Llanos da Colômbia, assim como em outras regiões na Colômbia e no norte do Peru. A Pacific Rubiales tem participação em 45 blocos na Colômbia, Peru e Guatemala.

As ações ordinárias da Companhia são comercializadas na Bolsa de Valores de Toronto e na Bolsa de Valores da Colômbia sob os símbolos PRE e PREC, respectivamente.

O Boe (barril equivalente de óleo) pode ser enganador, especialmente se usado isoladamente. A taxa de conversão de boe de 5,7 pcm: 1 bbl se baseia em um método de conversão de equivalência de energia aplicável principalmente na ponta do queimador e não representa uma equivalência do valor na cabeça do poço.

Advertência com relação às Declarações Prospectivas
Este comunicado à imprensa contém declarações prospectivas. Todas as declarações, que não as declarações de fatos históricos, que tratam de atividades, eventos ou desenvolvimentos que a Companhia acredita, espera ou antecipa que irão ou que podem ocorrer no futuro (inclusive, sem limitação, declarações sobre estimativas e/ou suposições em relação à produção, receitas, fluxo de caixa e custos, estimativas de reserva e recursos, recursos e reservas potenciais e os planos e objetivos de exploração e desenvolvimento da Companhia) são declarações prospectivas. Estas declarações prospectivas refletem as expectativas ou crenças atuais da companhia, com base nas
informações atualmente ao alcance da companhia. As declarações prospectivas estão sujeitas a vários riscos e incertezas que podem fazer com que os resultados reais da companhia sejam materialmente diferentes dos discutidos nas declarações prospectivas, e até mesmo, caso tais resultados reais se concretizem, ou substancialmente se concretizem, não pode haver qualquer garantia de que eles terão as consequências esperadas ou efeitos sobre a companhia. Os fatores que podem fazer com que os resultados reais ou os eventos sejam materialmente diferentes das expectativas atuais incluem, entre outras coisas: incerteza das estimativas de capital e custos operacionais, estimativas de produção e retorno econômico estimado, possibilidade de que as circunstâncias reais sejam diferentes das estimativas e das suposições, fracasso em estabelecer estimativa dos recursos ou reservas; flutuações nos preços do petróleo e taxas de câmbio, inflação, mudanças nos mercados acionários; desenvolvimentos políticos na Colômbia, Guatemala ou Peru; alterações dos regulamentos que afetem as atividades da Companhia, incertezas quanto à disponibilidade e custos de financiamento necessários no futuro, incertezas envolvidas na interpretação dos resultados de perfuração e outros dados geológicos e outros riscos divulgados sob o título “Fatores de Risco” e em qualquer outro lugar no formulário de informações da companhia datado de 11 de março de 2011 e arquivado no SEDAR em www.sedar.com. Qualquer declaração prospectiva somente é efetivada a partir da data em que é feita e, exceto por legislação aplicável de valores mobiliários, a companhia não assume qualquer intenção ou obrigação de atualizar qualquer declaração prospectiva, seja como resultado de novas informações, eventos ou resultados futuros ou de outra forma. Embora a companhia acredite que as suposições inerentes às declarações prospectivas sejam razoáveis, as
declarações prospectivas não são garantias de desempenho futuro e, consequentemente, confiança indevida não deve ser posta em tais declarações, devido à incerteza que nelas possa estar contida.

Para obter mais informações:

Sr. Ronald Pantin
CEO e Diretor

Sr. José Francisco Arata
Presidente e Diretor
(416) 362-7735

Christopher LeGallais
Sr. Vice-Presidente, Relações com Investidores
(416) 362-7735

Srta. Carolina Escobar V
Relações com Investidores, Colômbia
(571) 628-3970

(PRE.)

Fonte: PRNewsWire.

O INPE e o futuro espacial do Brasil

(*) Mario Eugenio Saturno

Próximo de completar 50 anos, o INPE prepara-se para o ano 2020, planejando as próximas missões. E, dias atrás, aconteceu uma Audiência Pública na Câmara dos Deputados promovida pela Comissão de Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática, em que foi destacada a necessidade urgente de mais recursos humanos para o Programa Espacial Brasileiro.

O diretor do INPE, Gilberto Câmara, explicou que o programa espacial é importante para a solução de grandes problemas nacionais na agricultura, energia, vigilância das fronteiras, meio ambiente, etc. E propõe lançar um satélite por ano entre 2012 e 2020, contra uma média recente de um a cada quatro anos. Está mais que claro a necessidade de pessoal especializado. O presidente da Agência Espacial Brasileira (AEB), Marco Antonio Raupp, descreveu o porque da grande preocupação: o INPE conta com apenas 1.150 técnicos (tinha 1.700 na década de 80), e o Departamento de Ciência e Tecnologia Aeroespacial (DCTA) tem tão somente mil (contra 2.500). Se alguém julgar muito, a Índia, um dos BRICS, como o Brasil, tem 16 mil. E, para arrematar, o presidente do Sindicato da Ciência e Tecnologia, Fernando Morais Santos, qualifica o programa espacial como uma “tragédia de desinteresse e omissão” com pessoal muito velho se comparada com a China, por exe mplo.

Apesar disso, os cientistas elaboraram o Plano Diretor do INPE para o período de 2011 a 2015. São doze objetivos estratégicos que pretendem consolidar a posição do INPE no Brasil e no mundo. Inclui ainda diversos satélites científicos e de observação da Terra. E a grande novidade é a entrada de um grande parceiro: a Agência Espacial Norte-Americana, NASA, uma incrível oportunidade que não pode ser desperdiçada.

E essa parceria, por incrível que pareça, torna-se possível graças à cooperação com a Argentina. As empresas brasileiras não se entendem de jeito nenhum e estavam provocando um atraso imenso no projeto de satélites de sensoriamento remoto, mais de dez anos, até que o diretor do INPE teve um “insight” e conseguiu contratar a estatal INVAP, fabricante de reatores nucleares e satélites.

E, para corroborar a escolha, foi lançado com sucesso o satélite argentino SAC-D no último dia 10 de junho. Esse satélite foi testado (ensaios ambientais) no Laboratório de Integração de Testes (LIT) do INPE. O SAC-D, Satélite de Aplicações Científicas da Argentina, leva a bordo o Aquarius, equipamento para monitorar a salinidade oceânica do Jet Propulsion Laboratory (JPL) da NASA.

E não custa divulgar que Pesquisadores do INPE (Walter D. Gonzalez e Ezequiel Echer) e da NASA (Bruce Tsurutani) desvendaram as causas do último “mínimo solar”: fatores na velocidade do vento solar e na intensidade e direção de seus campos magnéticos ajudaram a produzir estes valores anomalamente baixos, conforme devidamente relatado na revista “Annales Geophysicae”.

(*) Mario Eugenio Saturno é Tecnologista Sênior do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), professor do Instituto Municipal de Ensino Superior de Catanduva e congregado mariano. (mariosaturno@uol.com.br)

Fonte: O Girassol.

Mudanças climáticas: integração de dados

Um sistema computacional desenhado especialmente para o Programa FAPESP de Pesquisa em Mudanças Climáticas Globais (PFPMCG) fornecerá uma interface amigável entre as bases de dados dos diferentes projetos que compõem o programa.

A informação foi divulgada na semana passada no Workshop do PFPMCG por Paulo Artaxo, membro da coordenação do programa e professor do Instituto de Física da Universidade de São Paulo (USP).

O evento de dois dias foi voltado aos coordenadores, pesquisadores principais, colaboradores e estudantes dos 17 projetos em andamento do PFPMCG. Participaram também coordenadores e equipes dos projetos de pesquisa do programa BIOTA-FAPESP e do Programa FAPESP de Pesquisa em Bioenergia (BIOEN).

Segundo Artaxo, uma empresa foi contratada e está desenvolvendo o sistema, que permitirá o compartilhamento dos dados gerados pelo programa em uma só interface. A ciência climática, por ser essencialmente multidisciplinar, resulta em dados heterogêneos cuja articulação não é trivial.

“O sistema de interface de bancos de dados será feito tanto para a inserção de dados de sensoriamento remoto, como para dados cartográficos, dados de medidas individuais, dados de instrumentos complexos e dados de imagens de satélite, por exemplo. Ele está sendo desenhado, desde a sua concepção, para poder disponibilizar dados de qualquer natureza”, disse à Agência Fapesp.

O novo sistema, por ser capaz de padronizar os dados, será fundamental para que o programa cumpra suas funções, integrando de fato os diferentes projetos em andamento.

Na abertura do workshop, o diretor científico da Fapesp, Carlos Henrique de Brito Cruz, destacou que a integração entre os projetos é fundamental para que o conjunto deles se caracterize como um programa de pesquisa.

“Todos que se envolvem com um programa desse tipo, com financiamento público, têm a responsabilidade de compartilhar com a sociedade os dados científicos que são coletados. Cada pesquisador do PFPMCG tem a responsabilidade de disponibilizar os dados coletados para facilitar trabalhos intergrupos e interdisciplinares e otimizar o enorme investimento que é feito com recursos públicos”, disse Artaxo.

De acordo com o pesquisador, o sistema está sendo concebido desde o início para ser amigável do ponto de vista de entrada e de disponibilização de informações no banco de dados do PFPMCG.

“O importante é que os dados sejam acessíveis de uma maneira fácil, de forma que o pesquisador não tenha muito trabalho nem para inserir seus dados, nem para obter resultados de outros grupos que podem ser do interesse de sua própria pesquisa. Não se trata de um sistema trivial, ao contrário, é bastante complexo, por isso o desenvolvimento ainda levará alguns meses”, disse.

Fonte: Ambiente Energia.

O INPE, PÓS-GRADUAÇÃO E RAIOS E TROVÕES

Enquanto vemos a Educação sofrer grandes re­vezes no Brasil, o Instituto Nacional de Pesqui­sas Espaciais (INPE) participa e colabora muito para a educação nacional, principalmente na pós­-graduação. Em 2011, são 170 alunos matricula­dos nos programas do INPE, que mantém cursos de mestrado e doutorado nas áreas de Astrofísi­ca, Engenharia e Tecnologia Espaciais, Meteoro­logia, Computação Aplicada, Geofísica Espacial, Sensoriamento Remoto e Ciência do Sistema Ter­restre. O INPE ainda possui um excelente servi­ço de biblioteca.

Para o início das atividades desse ano o INPE trouxe a ex-ministra do Meio-Ambiente e can­didata a presidente nas últimas eleições, Marina Silva, para ministrar a aula magna. no INPE. A aula foi promovida pela Ciência do Sistema Ter­restre, que teve como tema o papel da ciência na política ambiental do país. Nessa oportunidade, Marina Silva trouxe uma visão bastante humana sobre o assunto que surpreendeu muita gente que somente conhecia sua atividade política.

Outra colaboração interessante do Instituto foi o curso ministrado para professores do ensino fundamental da rede municipal de Campinas, SP, que tiveram aulas práticas de geotecnologias. O curso foi ministrado por pesquisadores da Divi­são de Sensoriamento Remoto do INPE e promo­vido pela Embrapa Monitoramento por Satélite, que tem sede em Campinas, por meio do proje­to GeoAtlas. O curso abrangeu o software de ge­oprocessamento Spring, um Sistema de Informa­ções Geográficas desenvolvido pelo INPE e de uso gratuito.

Cabe ressaltar que todos os anos, em julho, o INPE promove o curso de “Uso Escolar do Senso­riamento Remoto para Estudo do Meio Ambien­te” para professores de todo o Brasil. Com aulas sobre tratamento de imagens de satélites, carto­grafia e geoprocessamento, esse curso apresenta aos professores os fundamentos da tecnologia es­pacial e suas aplicações na agricultura, no estudo do espaço urbano, da vegetação e de bacias hi­drográficas. As aulas destacam ainda as aplica­ções em meteorologia, noções de monitoramento e previsão de tempo, além de práticas de campo sobre o sistema de posicionamento global GPS.

INPE também está lançando seu primeiro con­curso de fotos e vídeos de raios no Brasil. Para quem não sabe, nosso país é o campeão mundial em incidência do fenômeno, com 60 milhões de descargas por ano. Apesar da grande incidência são poucas as imagens de raios disponíveis no Brasil. Amador ou profissional, todo fotógrafo ou cinegrafista pode inscrever-se.

E por falar em raios, o artigo científico do pesquisador Osmar Pinto Junior, coordenador do Grupo de Eletricidade Atmosférica (ELAT/ INPE), está entre os “Top-50 artigos mais cita­dos” da revista Atmospheric Research. Um ver­dadeiro exemplo da competência dos pesquisado­res do Instituto.

Fonte: Folha do ES.

Cientistas russos não registraram deslocamento do eixo de rotação da Terra

Especialistas russos não registraram o deslocamento do eixo de rotação da Terra, que de acordo com as informações de vários órgãos da mídia teria ocorrido depois do terremoto catastrófico de 11 de março no Japão. Antes disso, o Instituto Nacional de Geofísica e de Vulcanologia da Itália informou que o terremoto no Japão teria acarretado o deslocamento do eixo de rotação da Terra em quase 10 centímetros. Os especialistas russos utilizam para a determinação do eixo de rotação da Terra o método de radiointerferometria – isto é, medição simultânea, feita por um par de radiotelescópios, instalados em diversos recantos da Terra, os receptores de GPS e GLONASS, assim como telêmetros a laser, que funcionam na base do sinal, transmitido por satélites.

Fonte: Voz da Rússia.

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