China lançará primeira pesquisa nacional de geoinformação

A China lançará no próximo ano a primeira pesquisa nacional sobre as condições geográficas do país.

A pesquisa, com um investimento de cerca de 1,1 bilhão de yuans (US$ 175 milhões), durará três anos para monitorar as condições naturais e geográficas da China relacionadas aos seres humanos, de acordo com um comunicado divulgado hoje pela Administração Nacional de Topografia, Mapeamento e Geoinformação.

As informações colecionadas incluirão a superfície territorial, as regiões geológicas, as características topográficas e geomórficas do país, assim como as redes de estrada e transporte.

As informações serão utilizadas para estabelecer um banco de dados nacional das condições geográficas do país, diz o comunicado.

A administração também anunciou que lançará um programa nacional para equipar as cidades chinesas com serviços públicos digitais apoiados pela rede de geoinformação.

Fonte: CRI Online.

Campus Vitória (ES) recebe o GIS Day

O campus Vitória do Instituto Federal do Espírito Santo – Ifes sediou, na última sexta- feira (23), atividades do GIS Day, evento que é uma iniciativa da National Geographic Society. O Gis Day é realizado mundialmente e tem o objetivo de destacar a importância da Geografia para a sociedade, promovendo o aprofundamento desta disciplina nas escolas, nas comunidades e nas organizações.

Durante a manhã, foram realizadas palestras para alunos e para a comunidade. A palestra “Conectados ao mundo pela Geografia” foi apresentada por Humberto Fligliuolo e buscou mostrar as principais tendências do Sistema de Informações Geográficas – GIS e as possibilidades do mercado de trabalho de geotecnologia no Brasil.

Já Gabriela Ippoliti ministrou a palestra “O diferencial do “G”: GIS, Geotecnologia, Geoprocessamento e o mercado de trabalho”, que apresentou diferenciais para inserção dos futuros profissionais no mercado de trabalho. Em seguida, Pablo Lira falou sobre “Geotecnologias no campo da segurança pública brasileira”.

À tarde, as atividades foram voltadas para gestores e demais profissionais da área. Lúcio Graça apresentou a palestra “ GIS como plataforma para IDE”; Humberto Fligliuolo abordou os “Geoindicadores na gestão pública”; e Marcilene Favarato falou sobre o “Novo Geoweb Vitória”, em uma palestra que explicou que 80% das funções de uma prefeitura utilizam informações de geoprocessamento.

A última apresentação do dia seguiu com o Leandro Feitoza, Hideko Nagatani e Wagner de Oliveira, com a palestra “ Rede Colaborativa de bases geoespaciais do Espírito Santo – Geobases.”

A programação do evento contou também com workshops apresentados por alunos do curso de Geoprocessamento. O trabalho Geoweb tem o objetivo de democratizar as informações da geografia do estado, buscando escolas, igrejas, comércios etc. cadastrados na prefeitura da cidade. O Geoweb foi desenvolvido pela professora do campus, Claudinete Vicente, e apresentado pelas alunas Micaela Candce, Rayane Gama Botero, Mirella Mille e Daiane Henriques.

O segundo projeto foi o Arcgis, que tem como principal meta a espacialização de informações, e pode ser usado por empresas e pessoas fisícas. O trabalho foi apresentado por Michely Alves, Jessica Costa e Ramon Bugeli.

Fonte: Ifes.

Parceria garante tecnologias de última geração para monitorar o Pantanal

O Pantanal brasileiro, que se estende por Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, passará a contar com ferramentas de última geração em geoprocessamento com abordagem e interpretação geográfica, para aplicação aos interesses dos processos de gestão, monitoramento de riscos, conservação e sustentabilidade do bioma, considerado pela Unesco como Patrimônio Natural da Humanidade.

Por iniciativa do Instituto Homem Pantaneiro (IHP), ONG com sede em Corumbá (MS), o embrião desse projeto, criado em 2010, buscou diagnosticar e validar a relevância de biodiversidade da região da Serra do Amolar (MS), onde 300 mil hectares são protegidos por RPPNs e o Parque Nacional do Pantanal. O estudo ganhou uma dimensão ainda maior ao incluir as cabeceiras ameaçadas do Rio Paraguai.

Agora, parceria firmada pelo IHP com a Esri, empresa líder mundial em sistemas de informações geográficas representada pelo grupo Imagem no Brasil, inclui um pacote de capacitação e licenças de software (sistema ArcGIS) e ainda o acesso a um banco de imagens de satélite, por quatro anos, que abrangerá 300 mil quilômetros quadrados – mais que o dobro da área do Pantanal.

100% de proteção
Trata-se de mais um projeto de cooperação entre o IHP e a AgroTools, empresa especialista em aplicação de geotecnologia em processos de monitoramento dos ativos e riscos do agronegócio tropical. Criada para ajudar a construir o futuro do agronegócio brasileiro, aliando ferramentas estratégicas para a melhor gestão do território, a AgroTools participou dos primeiros levantamentos no Amolar.

“O maior benefício é proporcionar ao IHP uma estrutura de processamento, interpretação e análise alicerçada em uma arquitetura que permite desenvolver o maior e mais completo portal de geocolaboração, aplicado aos interesses dos processos de gestão, monitoramento de riscos, conservação e sustentabilidade do Pantanal”, destacou Sérgio Rocha, diretor-presidente da AgroTools.

O contrato da segunda fase do projeto, que assegura a proteção de 100% do Pantanal, foi assinado em São Paulo, durante cerimônia realizada pelo IHP e AgroTools em homenagem ao fundador e presidente da Esri, Jack Dangermond. Nesta etapa de cooperação entre o IHP e a AgroTools, o alvo será a região da Serra do Amolar, considerada de alta relevância em biodiversidade.

Gestão integrada
Participaram da assinatura do contrato, Enéas Brum, diretor-presidente da Imagem; Sérgio Rocha, diretor-presidente da AgroTools; Eliza Mense, presidente do IHP; e Ângelo Rabelo, conselheiro do IHP. Presentes ao evento executivos de empresas e ambientalistas, dentre eles Teresa Bracher (da Acaia Pantanal, ONG que integra a rede de proteção e conservação da Serra do Amolar).

Segundo Ângelo Rabelo, um dos fundadores do IHP e ocupando atualmente a gerência Geral de licenciamento e gestão ambiental da holding EBX, a adesão da Esri e da AgroTools permitirá um visão territorial do ecossistema pantaneiro quanto a conciliação de produção, riscos e outras interfaces, além de assegurar um esforço concentrado de conservação. “Essa parceria vai ajudar a desenvolver melhores alternativas de controle e biomonitoramento do Pantanal”, atesta.

O objetivo é demonstrar, com o apoio tecnológico e abordagem geográfica, como, efetivamente, os conhecimentos gerados pelas pesquisas podem auxiliar no planejamento, monitoramento e gestão integrada do território. O IHP é o agente principal, com a missão de atrair múltiplos colaboradores e parceiros e equilibrar os diversos interesses de modo a fortalecer os processos de conservação e valorização do Pantanal.

Capacitação
A AgroTolls terá dois papéis de suma importância: acomodar as demandas dos diferentes atores que atuam no bioma e no processo de aproximação entre os provedores de dados, informações e tecnologias, assim como na articulação de alianças estratégicas com parceiros. A Esri é provedora das plataformas geotecnológicas e bases de dados vetoriais e raster.

A Serra do Amolar (norte de Corumbá) terá sinal de internet e os dados coletados serão lançados em tempo real no sistema, cuja base ficará em São José dos Campos (SP). A Esri oferecerá capacitação técnica e consultoria especializada, com um total de dez cursos e participação de técnicos e pesquisadores da Embrapa Pantanal e alunos do curso de Geografia da Universidade Federal de MS (UFMS).

Fonte: PR Newswire.

Indígenas recebem capacitação para proteger território

Serão capacitados 21 índios das Terras Indígenas (TIs) Igarapé Ribeirão e Igarapé Laje. A Energia Sustentável do Brasil (ESBR), através do Programa de Apoio às Comunidades Indígenas, realiza em parceria com a Fundação Nacional do Índio (FUNAI) os cursos de Cartografia Básica e Uso de GPS e Legislação Ambiental e Indigenista. Durante duas semanas, em Guajará Mirim, os participantes estudarão as leis e aprenderão a utilizar GPS, bússolas, imagens cartográficas, de satélites, dentre outros.

Entre aqueles que participarem dos cursos, 12 (seis de cada etnia) serão contratados pelo período de um ano para trabalharem nos Postos de Vigilância das Terras Indígenas, sob coordenação da FUNAI. Os indígenas Kaxarari e Uru-Eu-Wau-Wau também receberão a capacitação.

Os Postos de Vigilância, em construção pela ESBR e previsto para serem entregues nos próximos meses em cada Terra Indígena, serão equipados com toda a infraestrutura para as ações de proteção. Além da mobília, os locais possuirão computadores, equipamentos de localização, comunicação e veículos (camionetes, motocicletas e barcos).

Segundo a coordenadora do Programa de Apoio às Comunidades Indígenas, Bruna Paes, as capacitações fazem parte das ações que a ESBR desenvolve para proteção e vigilância das TIs. “Nessa fase de implantação do empreendimento, as ações do Plano Emergencial de Proteção das Terras Indígenas são focadas na proteção das mesmas e apoio à FUNAI no trabalho de identificação e proteção de índios isolados”, afirma.

A segunda fase compreende o desenvolvimento comunitário, com apoio nas áreas de saúde, educação, produção e cultura, dentre outros subprogramas desenvolvidos a partir de um diagnóstico socioambiental realizado nas aldeias com a participação direta dos representantes de cada Terra Indígena contemplada. A FUNAI emitiu um Termo de Referência para o estudo e elaboração de Programa de Apoio às Comunidades Indígenas.

“O objetivo é levar, a longo prazo, benefícios socioambientais e econômicos para as populações indígenas. Apoiar o uso racional dos recursos naturais, usando como instrumento o respeito sociocultural, econômico, de fauna e flora dos indígenas”, completa Paes.

De acordo com a geógrafa Rafaela Printes, que ministrou o curso de Cartografia Básica e Uso de GPS, os alunos possuem um bom conhecimento da área e facilidade nas orientações. “Eles (indígenas) já realizam a vigilância, por isso focamos mais no uso dos equipamentos que terão no local. É uma ação que vai reforçar a proteção das terras e fortalecer o trabalho existente”, diz.

Fonte: Rondônia Ao Vivo.

Desastres naturais

* Francisco Parente de Carvalho

No estabelecimento do Plano Nacional de Gestão de Riscos e Resposta a Desastres Naturais, pela presidente Dilma Roussef, foi dada ênfase ao monitoramento e da implantação de um Sistema de Alerta Contra Eventos Extremos (enchentes e secas) Não Estruturante, que por sua vez demanda da necessidade de uma representatividade da rede pluvio-fluviométrica e climatológica a ser instalada e operada em áreas susceptíveis a tais eventos, na obtenção das informações em tempo real com estações automatizadas, no uso de radares climatológicos, e no mapeamento das áreas atingidas por tais fenômenos através de um Sistema de Informação Geográfica-SIG, prevendo-se desta forma a área e a população afetada.

As ações a serem desenvolvidas devem estar articuladas institucionalmente e apoiadas legalmente no estabelecimento da prevenção e na redução do tempo de resposta aos desastres naturais.

Entre os mais importantes destacamos a ocorrência das enchentes, bem como o da escassez hídrica.

Acrescentamos que a ocorrência de desastres naturais se dá em função da carência de políticas públicas de desenvolvimento urbano, que induz o não cumprimento da função social da propriedade urbana

Ocorre, com isso, uma ocupação urbana desordenada e desregrada em várias cidades brasileiras.

Entre outras atividades antrópicas no ambiente causadoras de desastres naturais, destaca-se o desmatamento, bem como o lançamento de efluentes líquidos e sólidos em nossos cursos d´água e no solo, os quais, por sua vez, provocam simultaneamente a qualidade da água e do ar, e podemos afirmar que a água ou ar poluído não conhece fronteiras geográficas e menos ainda ideológicas.

* Francisco Parente de Carvalho é engenheiro e consultor.

Fonte: Diário do Nordeste.

Geotecnologia auxilia em referências geográficas e na gestão ambiental

Imagem de satélite da Zona Leste de Manaus (Arquivo Projeto Atlas Geográfico PCE/2010)No dia a dia, as pessoas estão rodeadas de tecnologias capazes de informar sobre tudo e em tempo real. Até determinadas referências geográficas podem ser conhecidas por meio de GPS, programas de celular e até via internet. Hoje pode-se estar em um lugar e conhecer o outro virtualmente por meio de fotos ou vídeos. Isso tudo é possível por meio da geotecnologia que coleta, processa, analisa e disponibiliza dados geográficos. A geóloga e professora Waldenice Barreto explica mais detalhes sobre essa temática. Confira!


Fonte: Fapeam.

IBGE lança nova base cartográfica em escala 1:250.000

A Base Cartográfica para o território nacional em escala 1:250.000 (BC250), que faz parte do projeto SIGBRASIL, é um projeto pioneiro no Brasil, desenvolvido pelo IBGE. Referência cartográfica para as ações de planejamento, monitoramento e atualização das informações dos recursos naturais do país, a nova escala (em que 1 cm no mapa significa 2,5 km no terreno) possibilita uma visualização muito mais detalhada do que a escala anterior de 1:1.000.000. A BC250 está disponível em formato shape, que permite utilização em programas de sistema de informações geográficas (SIG) no link ftp://geoftp.ibge.gov.br/mapeamento_sistematico/base_vetorial_continua_escala_250mil.

Na construção da Base Cartográfica, foram utilizados como referência os procedimentos descritos no Manual Técnico de Geociências (nº 12 da série de manuais da Geociências) que pode ser acessado em ftp://geoftp.ibge.gov.br/documentos/cartografia/manual_procedimento_tecnico.pdf. O Manual de Procedimentos Técnicos para Fiscalização, Controle de Qualidade e Validação da Base Cartográfica na escala 1:250.000, produzido pela Coordenação de Cartografia da Diretoria de Geociências do IBGE, visa a orientar a atividade de fiscalização de serviços de mapeamento, padronizando procedimentos, como o preparo de imagens e construção de mapas, garantindo a qualidade do material produzido.

Com os dados das diversas categorias de informação presentes na Base, de forma integrada e totalmente digital, a nova Base Cartográfica 1:250:000 está preparada para integrar a Infraestrutura Nacional de Dados Espaciais (INDE) em futuro próximo.

O mapa do Brasil mostra a divisão em blocos da Base Cartográfica em escala 1:250.000, disponibilizada para 81% do território nacional (os blocos identificados nas três tonalidades da cor azul estarão disponíveis ao final do ano de 2012). A Base pode ser acessada através do link www.ibge.gov.br/home/download/geociencias.shtm.

Fonte: Dinheiro na Conta.

Especialistas discutem geotecnologias em Sergipe no 6º Geonordeste

Especialistas em geoprocessamento, sensoriamento remoto e áreas afins do Nordeste se reúnem em Aracaju de 26 a 30 de novembro para a sexta edição do Simpósio Regional de Geoprocessamento e Sensoriamento Remoto (Geonordeste).

O 6º Geonordeste é um evento técnico-científico bienal promovido pela Rede Sergipe de Geotecnologias (Resgeo), e é o principal ponto de convergência de estudiosos da região para discutir os avanços das geotecnologias e promover a troca de experiências profissionais.

Realizado pela Universidade Federal de Sergipe (UFS) e Embrapa Tabuleiros Costeiros (Aracaju, SE), o 6º Geonordeste pretende abordar o impacto das geotecnologias na sociedade da informação com o tema “Geotecnologias: socialização e sustentabilidade”.

O objetivo do simpósio é fortalecer a discussão sobre como a sociedade é influenciada pelas geotecnologias e, reciprocamente, como os usuários da Internet estão provocando uma revolução na produção, consumo e apropriação de conhecimento geocientífico sobre a realidade do ambiente em que vivem. Essa condição é essencial para a legitimação da sustentabilidade ambiental preconizada nas agendas internacionais.

A edição deste ano acontece no Hotel Mercure Aracaju, e marca os dez anos desde a realização do primeiro Geonordeste. De acordo com o vice-presidente do evento, o pesquisador da Embrapa Tabuleiros Costeiros, Julio Amorim, são esperados cerca de 600 participantes, entre pesquisadores, professores, estudantes e profissionais das áreas de agronomia, biologia, cartografia, geografia, geologia e engenharias em geral da Região Nordeste e demais regiões do Brasil.

Inscrições
As inscrições podem ser feitas pela Internet, com formulário disponível em www.vigeonordeste.com.br. Após o preenchimento, basta seguir as instruções para a impressão da fatura e pagamento na rede bancária.

Para inscrição por meio de boleto bancário, basta preencher a ficha disponível no site, efetuar depósito na conta-corrente 1465-4, operação 003, agência 2382, Caixa Econômica Federal, e enviar ficha e comprovante de depósito através do fax (79) 3243-0537. Até 30 de setembro, os valores vão de R$ 80 para estudantes de nível médio a R$ 250 para profissionais. Os preços sofrerão reajustes em 1º de outubro e 18 de novembro.

Submissão de trabalhos
O prazo para submissão de trabalhos vai até o dia 20 de agosto. A taxa de inscrição dá direito à submissão de até três trabalhos, além de crachá, pasta, caneta, certificados e publicação de trabalhos aceitos nos anais do evento.

Fonte: Cenário MT.

Unir satélites russos e americanos pode resolver navegação em grandes cidades

Em lugares com árvores, prédios, montanhas e até mesmo nuvens, os sinais são bloqueiados, e o aparelho receptor não consegue obter um posicionamento fixo. Por isso, tantas vezes não se consegue estabelecer uma rota até que o GPS adquira nosso posicionamento.

Você já esperou bastante tempo até o seu GPS achar a posição do seu veículo, ou a melhor rota para chegar a algum lugar? Isso acontece porque as grandes cidades estão cheias de “barreiras” que atrapalham o seu aparelho se comunicar com os satélites GPS. Para a navegação por satélite, é necessário ao menos sinais de rádio de quatro satélites diferentes para determinar uma posição: três para dar dados sobre eixos espaciais (x, y e z) e um para prover o tempo mandado.

Quanto mais satélites, mais confiável, e rápido, acontecerá o fixamento da posição. O sistema mais usado de satélites é o Americano GPS. Em teoria, por esse sistema, cinco satélites devem ser visíveis pelo aparelho de navegação em qualquer canto do globo. Em um céu limpo, até mesmo 12 satélites podem ser visto. O problema é quando temos árvores, prédios, montanhas e até mesmo nuvens que bloqueiam os sinais dos satélites, e o aparelho receptor não consegue obter um posicionamento fixo. Por isso, tantas vezes não conseguimos estabelecer uma rota, ou temos que esperar tanto tempo até que o nosso GPS adquira nosso posicionamento.

O sistema GPS possui 31 satélites em funcionamento, e três descomissionados que podem ser religados, caso necessário. Mesmo com toda essa capacidade, em horário de pico em uma grande cidade como São Paulo, em um dia de chuva, as chances são que você fique um bom tempo parado, ou tenha que tirar do seu porta-luvas aquele velho, e empoeirado, guia de rua que você pensou nunca mais precisar. Em empresas de gerenciamento de frota, ou rastreamento de mercadoria, não estabelecer a posição, ou perder o sinal constantemente, pode representar muitos prejuízos.

A solução para compensar essas limitações está na combinação entre o sistema GPS e o russo GLONASS. A união do sistema de rastreamento americano com o russo aumentará a capacidade de cobertura para 55 satélites operando em diferentes órbitas cobrindo todo o globo. As vantagens disso são enormes, e os impactos na navegação são consideráveis.

Além de achar o posicionamento mais rápido, testes feitos por engenheiros da Telit mostram ainda que o sistema conjunto GPS e GLONASS tem uma maior precisão geográfica – o que é fundamental, por exemplo, em caso de recuperação de veículos roubados, onde é crucial que a localização acontecerá não importando o local. No Brasil, sistemas de rastreamento de mercadoria, transporte e bens são um grande mercado no setor de segurança, e esse novo módulo da Telit irá auxiliar essas empresas em suas tecnologias de localização. Acessar as constelações combinadas GPS/GLONASS é um grande passo para a navegação, dando a melhor geometria para obter uma posição mais precisa, em maior frequência, em qualquer lugar do mundo.

Fonte: Último Instante.

Guaraciaba recebe dados do cadastro técnico multifinalitário

A empresa que executou o trabalho do cadastramento técnico multifinalitário do perímetro urbano de Guaraciaba, apresentou os dados na última semana. O trabalho é composto de duas partes: a base cartográfica, composta de mapas em grande escala e os dados descritivos contendo os registros como indicação fiscal, proprietário, características geométricas, localização, benfeitorias, valor histórico, etc.

O cadastramento começou a ser feito no início deste ano por uma equipe especializada e é parte complementar do Plano Diretor e de Habitação que entrou em vigor no município em janeiro deste ano. Com esses dados, o município tem informações atualizadas sobre a territorialidade municipal, permitindo a melhor compreensão da realidade geográfica para planejamento, gestão e fiscalização.

Cada unidade imobiliária foi registrada e todas as suas estruturas espaciais como localização, limites, infra-estrutura, subunidades, entre outros dados estão descritos em um Mapa Cadastral Digital.

Conforme o secretário de Administração e Finanças, Valmir Mayer, com o cadastramento feito a empresa irá capacitar um servidor público que será o responsável em atualizar periodicamente os dados no sistema. Esse funcionário irá trabalhar conjuntamente com os setores de engenharia, tributação e com o fiscal de obras e comunidade para que todas as mudanças que ocorram como ampliação, novas construções, novos loteamentos, novas ruas, etc, sejam atualizadas no sistema.

Fonte: Jornal Regional.

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