Rival do GPS, serviço de navegação chinês começa a operar na Ásia

Um satélite de navegação chinês, criado para eventualmente competir com o Global Positioning System (GPS), dos Estados Unidos, começou a oferecer seus serviços para usuários asiáticos, de acordo com a agência AP.

O porta-voz Ran Chengqi afirmou que o Beidou está oferecendo a partir desta quinta-feira serviços de posicionamento, navegação, tempo e mensagens de texto para usuários na região da Ásia-Pacífico.

A China espera que o Beidou gere cerca de US$ 63 bilhões anuais, em serviços para os setores de transporte, meteorologia e telecomunicações. O gigante asiático, e em especial suas Forças Armadas, usa há anos o dominante GPS, dos Estados Unidos. Os chineses temem que Washington possa retirar o sistema do ar em um possível conflito ou emergência.

Fonte: Terra.

Microsoft cria tecnologia GPS baseada em cloud

Microsoft Research está a desenvolver uma tecnologia que se baseia em reduzir drasticamente os requisitos de alta potência do GPS, transferindo a principal causa de consumo de potência para a Nuvem (Cloud).

A divisão de investigação da Redmond está a desenvolver a norma Cloud-Offloaded GPS (CO-GPS) e está testando a nova tecnologia numa nova plataforma móvel à base de sensores denominada CLEO. As conclusões dos investigadores que trabalharam neste novo projecto foram publicadas recentemente numa Conferência da ACM dedicada a inovações na área de redes e sensores.

Neste momento, a antena de GPS no seu smartphone é o sua maior fonte de desperdício de energia. Aliás se utilizar de forma activa o GPS em cerca de seis horas verá que esgota rapidamente a bateria do seu smartphone. A equipe da Microsoft mostra que o uso de CO-GPS pode suportar uma utilização constante do sensor embutido na antena GPS num período de um ano e meio, com uma regularidade de medição ao segundo, com apenas duas pilhas AA.

Normalmente, de modo a que o seu smartphone possa obter as coordenadas exactas da sua localização, ele precisa de cerca de 30 segundos ou mais para descarregar informação relativa aos satélites em órbita. Há também um conjunto de tarefas pesadas de processamento de sinal que precisam ser realizadas apenas para estabelecer uma ligação com um satélite e seguir os satélites que se movem. Segundo os investigadores da Microsoft, com base em algumas eurísticas e configurações, bem como a mudança de todo o processamento para a cloud, conseguiram obter uma ligação inicial a um satélite de apenas alguns milissegundos.

O serviço cloud utilizado pelo CO-GPS também utiliza informações publicamente disponíveis, como trajetórias de satélite e uma base de dados de elevação da Terra o que permite aliviar a energia gasta por qualquer receptor GPS. Por exemplo, para obter uma solução GPS inicial em um qualquer smartphone com a tecnologia atual leva cerca de um joule de energia. Usando a técnica apresentada pelos investigadores da Microsoft o consumo de energia passa para cerca de 0,4 milijoules – um corte de 99,96 por cento.

A equipe acredita que a melhora evidente na eficiência vai levar a novos serviços de monitorização e registo com base na utilização contínua de GPS. Por exemplo, a construção de uma base de dados dos níveis de poluição sonora em uma determinada cidade, ou obter direcções personalizados ou de resultados de pesquisa com base nas rotas que mais frequentemente utiliza. A equipe também espera no futuro melhorar a eficiência da sua solução através da utilização de novas técnicas de compressão e refinar seus algoritmos de processamento de sinal.

Fonte: Tech & Net.

Georreferência apoia gestão de cidades

Informações geográficas associadas a bancos de dados subsidiam gestores públicos na tomada de decisões para gerenciamento de imóveis, obras e serviços
Obras em Minas Gerais fiscalizadas por informações georreferenciadas do GeoObras
Órgãos públicos das esferas municipal, estadual e federal têm começado a fazer uso de informações georreferenciadas. O motor por trás dessa movimentação é o avanço das tecnologias envolvidas, com destaque para as técnicas de mapeamento e os sistemas capazes de lidar com a explosão de dados (big data), um fenômeno que caracteriza a atual era da informação.

Comportando inúmeras definições, o georreferenciamento pode ser entendido como técnica que atribui a um determinado mapa ou planta um sistema de coordenadas, que é ligado a um referencial. “Isso possibilita a extração de posições e medidas dos elementos existentes nas plantas e mapas”, diz o especialista Luis Antonio de Lima, que faz mestrado em georreferenciamento direto de imagens aéreas e comanda a diretoria técnica da Fototerra.

O conceito também pode ser definido como uma área do conhecimento que, por meio de grande número de tecnologias, fornece coordenada que aponta, no globo terrestre, localização, pontos de referência e elementos próximos, entre outras informações.

O coração do georreferenciamento é a tecnologia Global Navigation Satellite Systems – GPS ou GNSS. De acordo com Lima, hoje não se pode falar em georreferenciamento sem a utilização desses sistemas GNSS, que são classificados como de navegação em terra ou mar e geodésicos.

Os GNSS de navegação têm, em geral, baixa precisão de posicionamento e baixo custo. Já os geodésicos são mais dispendiosos, atingem precisões na casa do centímetro e podem valer-se de outras tecnologias, como aparelhos que medem distâncias e ângulos, possibilitando a criação de sistema de referência dos elementos levantados.

O geoprocessamento abrange diversas tecnologias de análise, coleta, armazenamento e processamento de dados geográficos. Entre essas tecnologias, destacam-se sensoriamento remoto, digitalização de dados, automação de tarefas cartográficas, Sistemas de Posicionamento Global (GPS) e Sistemas de Informação Geográfica (SIGs).

Especialistas, entre eles Lima, acreditam que, com as tecnologias já desenvolvidas e disponíveis, os maiores desafios em projetos da natureza são os seus custos de aquisição e a escassez de capital humano qualificado. O cálculo do custo dos projetos é difícil porque leva em conta fatores múltiplos, como grau de precisão, nível de detalhamento e tamanho do projeto, mas em um ponto a opinião dos entrevistados converge: são projetos caros.

Benefícios para a gestão pública
No setor público, os exemplos de benefícios trazidos pelo georreferenciamento tecnológico são incontáveis. A começar pela sofisticação do cadastro técnico multifinalitário, utilizado por prefeituras para gerenciar imóveis existentes e futuras implantações imobiliárias. Na evolução dessa ferramenta, todas as informações oriundas de mapas ou cartas analógicas passaram a ser manipuladas por SIGs, cujas informações são georreferenciadas e ligadas a um banco de dados.

Isso significa, conforme explica Lima, que os elementos que compõem a estrutura de uma cidade, seja em sua parte urbana, seja em sua parte rural, hoje estão registrados por meio de sistema que contém uma componente geométrica (como um desenho de um lote ou quadra) e outra componente alfanumérica (nome do proprietário e área do lote, por exemplo).

Outros exemplos de aplicações de SIG cobrem as mais diversas áreas de atuação pública, com maior ou menor complexidade, dependendo do escopo e tamanho do investimento. Destacam-se a definição de imóveis que não cumprem sua função social, identificação de locais que possuem alto índice de imóveis subutilizados, cruzamento de dados espaciais com dados socioeconômicos para orientação de políticas públicas, definição dos melhores locais para a implantação de equipamentos urbanos e comunitários (postos de saúde, creches, hospitais, escolas, aterros sanitários, aeroportos, pontes etc.) e dados para análise ambiental, possibilitando o controle de áreas desmatadas, entre várias outras.

A escolha da técnica de georreferenciamento está relacionada com o nível de precisão buscado no projeto. Por exemplo, o cadastro urbano – em que são computados valores de impostos com base no tamanho do lote, na área construída e nas benfeitorias locais – não admite erros de precisão acima do metro, sob pena de gerar prejuízo financeiro tanto para o proprietário, quanto para o órgão arrecadador. Já um sistema em tempo real de controle de transporte público pode comportar uma maior margem de erro, segundo Lima.

Uma das técnicas mais utilizadas nesses projetos é o aerolevantamento, que consiste na execução de voo com câmera aérea fotogramétrica. As imagens são posteriormente georreferenciadas por meio de GNSS, gerando as cartas e os mapas georreferenciados. O uso de SIGs para ligar as informações gráficas a informações alfanuméricas contidas em bancos de dados específicos permite a criação de mapas temáticos, que são utilizados para a tomada de decisão de setores públicos específicos.

Informações georreferenciadas da cidade de Porto Alegre permitem geração de mapas com informações específicas por região, como domicílios com esgotamento sanitário adequado e números de estabelecimentos de saúde Porto Alegre
Um caso de uso adiantado do geoprocessamento em prol do município é o de Porto Alegre. A atividade ganhou impulso na capital gaúcha a partir de 2005, na esteira dos investimentos da prefeitura em infraestrutura de rede e capacidade computacional.

Éberli Riella, gerente de tecnologia e serviços da Procempa, empresa de TI da cidade de Porto Alegre, informa que todo o espaço geográfico da cidade já está espacializado e com todos os seus elementos aptos a serem geridos. “Fizemos um voo aéreo fotogramétrico e as imagens foram acopladas aos mapas das diversas regiões, de forma que qualquer elemento novo, seja casa, obra ou rua pode ser facilmente identificado pelo gestor”, diz ele, acrescentando que, “atualmente, todas as áreas da administração municipal alimentam o banco de dados e se alimentam dele, gerando mapas temáticos customizáveis, acessíveis por meio de portal nos moldes do Google Maps”.

Riella diz que a infraestrutura que permite as aplicações avançadas de georreferenciamento no dia a dia da administração municipal inclui datacenter próprio, que centraliza servidores e bancos de Oracle e armazenam grande volume de informações. Ali, elas são processadas e distribuídas para os cerca de 400 prédios públicos da cidade, interligados por 800 km de fibras ópticas e tecnologia sem fio. O órgão mantém uma equipe de dez especialistas dedicados ao georreferenciamento, além de dezenas de outros profissionais que alimentam o banco de dados a partir dos sistemas integrados dos órgãos e das secretarias.

O arsenal tecnológico da Procempa na área de georreferenciamento inclui mix de softwares proprietários e de código aberto. “Criamos uma área específica para supervisão de geomática, para incorporar ao datacenter todas as tecnologias de cartografia, devolvendo aos usuários dados em forma de relatórios especializados e mapas temáticos”, diz o gestor. Ele assegura que qualquer gestor público com qualificação mediana pode acessar um mapa temático e ter facilitadas suas tomadas de decisão.

Para ilustrar as facilidades trazidas pela tecnologia, o executivo informa que hoje um funcionário da Prefeitura de Porto Alegre encarregado de abrir um cano de água enterrado sabe exatamente sua localização e profundidade. “Porque o departamento responsável pela captação e distribuição de água está com suas atividades 100% geoprocessadas, o que significa que o sistema enxerga toda a canalização subterrânea com base em sua posição geoespacial”, diz.

Riella não precisa o valor que a Prefeitura de Porto Alegre já despendeu para atingir o estágio atual em termos de georreferenciamento, mas adianta que se trata de investimento grande e complexo. “Nem sempre é compatível com o orçamento e com a capacitação dos recursos humanos de pequenos municípios”, diz.

Uma alternativa para orçamentos menores, em sua avaliação, seria a formação de consórcios entre municípios pequenos para montar e compartilhar datacenter e serviços. “Outra tendência é contratar serviços por meio da computação em nuvem, em lugar de gastar com pessoal capacitado e infraestrutura”, diz o executivo.

GeoObras
Um exemplo de compartilhamento de recursos de georreferenciamento que beneficia municípios de qualquer porte é o GeoObras, um SIG que permite controle externo de obras e serviços de engenharia executados por Estados e municípios. O instrumento foi criado pelo Tribunal de Contas do Mato Grosso (TCE-MT), mas já está sendo utilizado por diversos Estados, como Minas Gerais, Espírito Santo, Goiás e Rio de Janeiro.

A ferramenta do TCE-MT permite inserção, em banco de dados, de fotografias convencionais georreferenciadas, imagens de satélite e dados físico-financeiros oriundos de documentos de licitação, contratação e execução da obra, entre outros. Quem alimenta o sistema são os próprios órgãos municipais e estaduais (jurisdicionados) responsáveis pelas obras. Por meio de um módulo de acesso específico, eles enviam pela internet informações e documentos relacionados com todas as etapas das obras e dos serviços de engenharia.

Os dados requeridos pelo GeoObras incluem descrição e localização de pontos georreferenciados (definidos por coordenadas geográficas). Em obras grandes e lineares ou que ocupem grandes áreas, como, por exemplo, linhas de transmissão, redes de abastecimento, rodovias, barragens e campos de irrigação, o usuário insere pontos que permitam definir o contorno ou o caminhamento da obra e também pontos de interesse, como início de trechos, estacas, locação de unidades ou equipamentos especiais, áreas diferenciadas, pontos críticos etc.

No TCE-MG, onde o GeoObras está em fase de implementação, o coordenador do setor de fiscalização de obras e serviços de engenharia do órgão, Luiz Henrique Starling, destaca como diferencial do sistema o fato de que, embora tenha função principal de facilitar as auditorias do TCE, ele também incrementa a gestão das secretarias municipais, não importa o tamanho da cidade, uma vez que os jurisdicionados do TCE (todos os órgãos municipais e estaduais sob jurisdição do Tribunal) têm módulo próprio para acesso via web (assim como todos os órgãos públicos de controle que são parceiros do TCE e os cidadãos).

“A população tem acesso às obras e pode, inclusive, fazer comentários e enviar imagens e denúncias caso identifique no sistema informações que não batem com a obra que ele vigia em seu município”, diz o especialista.

A implementação do GeoObras conta com a parceria com o Instituto de Geociências Aplicadas (IGA) e o Governo Estadual ajuda a alimentar o banco de dados com aquisição de imagens via satélite e fotos tiradas por fiscais nos canteiros de obras.

Em Minas Gerais, o GeoObras ainda está em fase de teste em 66 municípios e duas empresas estatais, mas Starling já vislumbra todo o seu potencial. “Numa obra de infraestrutura em uma estrada, é possível, dependendo da resolução de imagens, fazer medidas e inferências, comparar detalhes com informações prestadas pelo jurisdicionado ou mesmo confirmar se uma obra remota de fato existe”, ilustra.

A expectativa dos idealizadores do GeoObras é que o aprimoramento constante do sistema permita atualizações em um ritmo tal que o acompanhamento detalhado das obras ocorra em tempo real. A tecnologia já oferece capacidade para tanto, eles dizem, mas o avanço depende de investimentos.

Secretarias de obras
No site do TCE, é possível encontrar imagens (fotos e satélite) de obras em andamento. Basta indicar o município e o órgão responsável, e escolher em imagens para localização. No detalhe, foto satélite da ampliação e reforma do terminal de passageiros do Aeroporto municipal de Sinop, no Mato GrossoNa percepção do gerente de marketing e produto do Centro de Pesquisa e Desenvolvimento em Telecomunicações (CPqD), Carlos Alberto Previdelli, o georreferenciamento no setor público ainda se restringe a áreas específicas e carece de integração de sistemas e de informações. Mas ele enxerga a forte expansão da tecnologia no setor, sobretudo o seu uso associado com fotos de satélite para acompanhamento de grandes obras, como usinas e estádios. “Todo o rodoanel de São Paulo foi acompanhado por tecnologia geoespacial”, lembra o executivo do CPqD, empresa que tem o seu sistema modular GeoMunicipal implantado em cidades como as paulistas Campinas e Osasco, entre outras.

Segundo Previdelli, por meio de módulo específico para secretarias de obras, a inserção de informações e imagens de satélite de tempos em tempos permite acompanhamento macro da obra. “O software não se destina a acompanhamento passo a passo da engenharia, mas oferece cronograma para acompanhamento macro da obra, com informações visíveis a todas as demais áreas”, explica.

O executivo admite que montar um sistema integrado é um desafio complexo, porque requer conhecimento de toda a logística de uma prefeitura, além de leis, normas etc. “Não são projetos que envolvem apenas software, mas também digitalização e reaproveitamento de dados, montagem de processos e integração com outros sistemas, entre vários outros esforços”, diz Previdelli.

Mapa detalhado de Campinas com dados vetoriais e imagem de satéliteDependendo do caso, ele salienta, é preciso fazer todo o trabalho de coleta de informações nas várias áreas, contratar parceiros e fazer novos voos sobre a cidade para levantar informações atualizadas e montar mapa de referência. “É um processo pesado”, diz o executivo, acrescentando que o custo final depende de muitas variáveis, entre as quais, o número de funcionários que usarão a solução.

No caso de prefeituras com menos recursos, ele acredita que o primeiro passo deve ser definir as áreas mais importantes e que precisam de retorno rápido. “O administrador pode estruturar e converter dados que já existem, complementando-os com informações que faltam, ou partir para técnicas de coleta de dados de imagem de satélite, caso queira atingir um nível de precisão maior”, diz.

Fonte: Infraestrutura Urbana.

Valor de produção da indústria chinesa de geoinformação atingirá US$ 31,8 bilhões em 2012

O valor de produção da indústria de informação geográfica da China deve chegar a 200 bilhões de yuans (US$ 31,8 bilhões) até o final do ano.

Segundo um comunicado divulgado pela Administração Nacional de Topografia, Mapeamento e Geoinformação na quinta-feira, a produção da indústria poderá ultrapassar 400 bilhões de yuans antes do final de 2015.

Os softwares nacionais de informação geográfica representam 70% da cota do mercado relevante do país, e a cota do mercado de softwares domésticos de fotogrametria digital na China atingiu 90%, de acordo com o comunicado.

Um sistema avançado de tecnologias e equipamentos relacionados à informação geográfica está formado na China, combinando tecnologias e equipamentos do espaço, ar e terra, incluindo o satélite Ziyuan III, o sistema de navegação por satélites Beidou e um sistema de monitoramento de geoinformação emergencial, diz o documento.

A China abriu na quinta-feira seu primeiro parque nacional de indústria tecnológica em Shunyi, no subúrbio de Beijing.

Fonte: CRI Online.

WWF-Brasil apoia consolidação de Resex no Mato Grosso

Conhecer com precisão os limites geográficos das Unidades de Conservação amazônicas é um dos maiores desafios de quem trabalha com conservação em nosso país. Por isso, o WWF-Brasil, junto à Secretaria do Meio Ambiente do Mato Grosso (Sema/MT) apoiou, em 2012, o georreferenciamento e demarcação da Reserva Extrativista Guariba-Roosevelt, uma área situada no noroeste do Mato Grosso e local de uma série de trabalhos realizados pelo Panda na região.

Criada em 1996 e posteriormente ampliada por meio de uma lei estadual em 2007, a Resex Guariba-Roosevelt possui 138 mil hectares e está localizada no município de Colniza, que fica a 1,2 mil quilômetros da capital mato-grossense Cuiabá.

Segundo o analista de conservação do WWF-Brasil, Marcelo Cortez, a ideia de apoiar o georreferenciamento e a demarcação da Reserva Extrativista surgiu da necessidade de se ter maior clareza sobre os limites daquela Unidade de Conservação.

“Nosso objetivo foi orientar as pessoas, principalmente os produtores rurais e extrativistas que moram e trabalham por ali já que, com a ampliação ocorrida em 2007, muitas áreas com grande riqueza florestal foram incorporadas à Unidade de Conservação”, explicou. Marcelo disse também que a área é marcada pela presença intensa de fazendas e madeireiras, reforçando alguns problemas ambientais como a exploração predatória dos recursos naturais, a grilagem e o clima de incerteza sobre aquele território.

O especialista declarou ainda que a Resex Guariba-Roosevelt é uma das últimas UC’s do País a contar com populações tradicionais em seu interior – ou “beiradeiros”, como eles se chamam localmente.

Seis meses de trabalho
Alguns dos objetivos do georreferenciamento e demarcação foram: levantar e demarcar, com precisão, os limites legais da Unidade de Conservação e garantir que os dados gerados pudessem ser utilizados para a resolução de conflitos fundiários.

O processo todo durou cerca de seis meses: dois deles dedicados ao levantamento de informações legais e técnicas; e mais quatro de coleta de dados no campo, fixação de marcos e sistematização de informações técnicas, como pontos mapeados com GPS, listas de atividades realizadas e coordenadas geográficas.

A empresa Brasterra Consultoria e Planejamento Agroflorestal, sediada em Alta Floresta (MT), foi a responsável pelo trabalho no campo. O sócio proprietário da empresa, o engenheiro florestal Celço Givanni, afirmou que foram realizadas duas incursões à floresta: a primeira, para o levantamento de informações e planejamento da logística; e a segunda para a abertura de picadas, marcação dos pontos e fixação de placas. “Na primeira excursão, navegamos cerca de sete dias, no curso dos rios Guariba e Roosevelt. Andamos para o Norte, fomos até o limite do Mato Grosso com o Amazonas”, disse.

Três meses em campo
Givanni afirmou que a segunda visita demandou uma logística mais complexa. Foram oito pessoas – entre técnicos e auxiliares como piloteiros, mateiros e guias – e cerca de três meses em campo. Entre as atividades realizadas neste segundo momento, estão a abertura de picadas de até 80 quilômetros, o mapeamento dos limites da área protegida e a fixação de placas de advertência em trechos específicos (foram 6 marcos e 58 pontos fixados pela equipe de campo naquela região).

O produto final desta iniciativa foi um DVD com todas as informações coletadas e sistematizadas, segundo padrões técnicos nacionais de georreferenciamento e demarcação. Este material foi entregue a Secretaria de Meio Ambiente do Mato Grosso, a gestora da Unidade de Conservação.

Nova espécie de primata
A reserva extrativista Guariba-Roosevelt está situada no interior da região conhecida como “Arco do Desmatamento” e, por conta disso, sofre uma série de pressões ambientais como grilagem, pesca predatória, poluição dos rios, desmatamento, expansão agrícola desenfreada e ausência de fiscalização por parte dos órgãos ambientais. A existência de fazendas e madeireiras dentro da Unidade de Conservação, como já dito, é outro grave problema ambiental verificado ali.

Em 2010, o WWF-Brasil e a Sema promoveram uma expedição científica àquela área para subsidiar a elaboração dos planos de manejo de quatro Unidades de Conservação da região – e o resultado mais significativo da empreitada foi a descoberta de uma nova espécie de primata, do gênero Callicebus, que foi tombada e hoje é objeto de estudos no Museu Paraense Emilio Goeldi, em Belém (PA).

Fonte: WWF Brasil.

Rastreador GPS ajuda a polícia a encontrar desmanche de motos

Vítima de moto roubada nesta sexta informou a localizaçãoPoliciais do 4º Batalhão de Polícia Militar localizaram na manhã deste sábado (15), por volta das 5h, em uma residência no bairro do Tabuleiro do Martins, um desmanche de motos, que funcionava também como ponto de tráfico de drogas. Para realizar as buscas, os PMs tiveram o auxílio de um rastreador GPS.

O aparelho era um das peças de uma das motos roubadas. De acordo com a polícia, a vítima do assalto, ocorrido nesta sexta-feira (14), acionou a PM e informou a localização mostrada pelo GPS.

No local, foram encontradas peças de motos desmontadas e a moto roubada ontem. Na operação, um menor foi apreendido e conduzido a Central de Polícia. Na residência, a polícia também encontrou 273 pedras de crack.

Fonte: TNH1.

Aplicativos chamam táxi pela web e monitoram chegada via GPS; conheça

Na era dos smartphones, não é mais preciso esticar o braço na rua ou sequer discar para chamar um táxi. Aplicativos gratuitos para smartphones mostram em um mapa, com o uso do GPS do aparelho, quais veículos estão na região, onde ficam os pontos mais próximos, permitem selecionar o tipo do carro e até ver a foto do motorista. Para chamá-lo, basta um toque. Confira abaixo como funcionam quatro dessas alternativas.

Taxibeat
Lançado inicialmente no Rio de Janeiro, o Taxibeat agora também está disponível em São Paulo e deve chegar a novas capitais em 2013. Depois de fazer um cadastro rápido, com número de telefone, e-mail e senha, o usuário recebe um SMS com o código para ativação. Aí é só tocar no botão de busca para que ele identifique sua localização no mapa e permita encontrar o táxi mais próximo, em um raio de 3 km (se houver algum disponível, claro).

O aplicativo mostra detalhes sobre os taxistas disponíveis, como foto, tipo de carro que dirigem e a distância, além de permitir escolher um deles. Depois que a chamada é a aceita pelo motorista, é possível acompanhar o deslocamento do veículo no mapa.

Grátis
Para iPhone e Android

Táxi Aqui para Passageiros
Além de mostrar os endereços de pontos de táxi mais próximos (graças ao recurso de localização do smartphone), o Táxi Aqui fornece uma lista com telefones de várias empresas da região. Quem preferir chamar um carro diretamente pelo aplicativo precisa criar uma conta, com nome, telefone, endereço de e-mail e senha. É enviado um PIN, necessário para a ativação.

Ao clicar no ícone chamar, é possível fazer restrições sobre o veículo desejado, como, por exemplo, se tem ar condicionado, acessibilidade (para pessoas com deficiência) e até se aceita cachorro, além de fornecer dados sobre a corrida, como forma de pagamento e destino. O veículo mais próximo recebe o pedido e as informações sobre o passageiro. Disponível em cidades como Fortaleza, Salvador, São Paulo e Rio de Janeiro.

Grátis
Para iPhone e Android

Onde Tem Táxi Aqui?
Se a sua cidade não possui cobertura de nenhum desses serviços e apps mais modernos, que oferecem recursos como mapa com a localização dos carros mais próximos, por exemplo, o Onde Tem Táxi? pode quebrar um galho. Trata-se de um aplicativo bem simples, que apenas procura por pontos de taxistas na região, onde você pode pegar sua condução (ou chamar um carro).

Assim que você toca no botão verde, ele abre um mapa e mostra na tela endereços de alguns pontos de táxi próximos, usando a localização atual do smartphone. Ao tocar no ícone do carrinho, surge o nome, endereço e o telefone, para o usuário ligar e pedir o veículo, da maneira tradicional. Infelizmente, os resultados de suas buscas deixam muitos endereços de pontos de fora e, em alguns casos, indicam endereços muito distantes.

Grátis
Para iPhone e Android

Easy Taxi
Logo que você abre o aplicativo, ele tenta achar sua localização. Caso não consiga com exatidão, ele pede uma ajudinha ao usuário, que pode arrastar em um mapa o marcador vermelho até a posição correta. Depois disso, é preciso completar um formulário com número da casa e ponto de referência, além de criar uma conta, com dados como nome, número de telefone, e-mail e senha.

O serviço identifica a unidade mais próxima e fornece dados como número da placa da unidade que vai buscá-lo. Para saber se ele está chegando, é possível acompanhar na tela do mapa o deslocamento do veículo. Quem não tem smartphone também pode chamar um carro no site www.easytaxi.com.br. Disponível, inicialmente, em São Paulo e no Rio de Janeiro.

Grátis
Para iPhone e Android.

Fonte: UOL.

GPS monitora veículos e agiliza trabalho da Guarda Municipal

Depois das câmeras de monitoramento que vigiam as principais ruas do centro da cidade, a Guarda Municipal de Corumbá está implantando mais um recurso tecnológico que visa auxiliar no trabalho de segurança de cidadãos e patrimônios públicos.

Muito utilizado em outras cidades do país por instituições de segurança e grandes empresas, o sistema de GPS (Global Positioning System, ou, em português, Sistema Global de Posicionamento) é a ferramenta de localização mais utilizada em todo o mundo e há cerca de dez dias foi instalado em um dos três veículos da frota da Guarda Municipal. Outros dois carros estão operando com o sistema em fase de testes, segundo relatou ao Diário, o tenente-coronel, Ubiratan de Oliveira Bueno.
Sinal emitido pelas viaturas é emitido direto para central de monitoramento
“Hoje, não se faz nada sem tecnologia, então estamos trazendo essa novidade. Muitas vezes, as pessoas dizem que estamos trazendo coisas utópicas. Não, já são coisas que estão sendo aplicadas, estamos trazendo coisas baseadas em pesquisas daquilo que já está sendo feito no Brasil e dando resultado”, disse ao rebater críticas às novas tecnologias.

Ele explicou que o monitoramento das viaturas via GPS só traz benefícios para o trabalho dos guardas, o que se reflete no atendimento à população. Entre os pontos positivos, o comandante citou poder deslocar com maior precisão e rapidez a viatura mais perto para uma ocorrência. Assim acaba-se por realizar uma economia de consumo de combustível, além de atender com mais rapidez à ocorrência.

“É um serviço essencial para o custo-benefício da Prefeitura, equipamento e também para otimizar o serviço de segurança tanto do cidadão como da segurança do patrimônio, assim como do próprio guarda municipal que está trabalhando, explicando que esse sistema traz benefício em economia de combustível, economia de consumo de pneus e a segurança do próprio guarda municipal que está trabalhando, caso aconteça algum acidente, alguma ocorrência grave, porque a central tem como localizar essa viatura e mandar socorro imediatamente”, disse ao discorrer sobre a funcionalidade do sistema.

Com uma pequena antena instalada na viatura, o sinal passa a ser emitido, sendo capturado na Central de Monitoramento da Guarda Municipal, onde a posição do veículo, bem como seu trajeto e até mesmo velocidade podem ser conferidos. Caso o veículo deixe a área delimitada para o trabalho, um sinal sonoro é emitido na central. Essas informações ajudam o guarda em outras circunstâncias como explica o tenente-coronel Ubiratan.

“Em caso de imputação de responsabilidade de acidente ou ato criminal, o GPS serve como meio de prova em processos administrativos para salvaguardar, quando estiver certo o guarda municipal, ou também para responder a Justiça se houve ou não a responsabilidade do guarda em determinadas ocorrências”, falou.
Viaturas são equipadas com uma pequena que emite o sinal da localização do veículo
Com o sistema GPS, a antiga planilha de monitoramento que era feita de forma manual, tendo o auxílio do rádio para contato com as equipes e que utilizava ao menos três profissionais, passa agora a ser feita por apenas um. De acordo com o comandante, os recursos tecnológicos ajudam a diminuir a necessidade de efetivo, que é uma realidade em todas as instituições do país.

“Com isso, a gente não precisa trazer tanto efetivo. Com esses recursos tecnológicos que temos hoje para trabalhar, a gente amplia o atendimento”, avaliou ao informar que após os carros, a frota de motos que, atualmente, compreende dez veículos, também deve passar a ser monitorada via GPS.

Fonte: Diário Online.

Google usa relógios atômicos e aparelhos de GPS para sincronizar servidores

Os servidores são sincronizados a partir da relação entre espaço e tempo. (Fonte da imagem: Reprodução/Google Data Centers)As centrais de dados usam a tecnologia da Spanner e se comunicam pelo sistema TrueTime API.

A Google lançou recentemente a Spanner, central gerenciadora de dados capaz de coletar e armazenar informações de servidores de modo extremamente rápido. E, para que todas as bases de dados pudessem se comunicar de forma eficaz, foi preciso equipá-las com relógios atômicos e aparelhos de GPS. “São unidades que sabem a hora certa”, comenta Stacey Higginbotham, redatora do site GigaOM.

Esse sistema de sincronização, que mantém os dados atualizados através das variáveis tempo (a partir do uso dos relógios atômicos) e espaço (por meio dos aparelhos de GPS), possibilita que os servidores do maior portal de buscas da internet mantenham comunicações constantes e estáveis entre si.

Como funciona
O TrueTime API, abreviação para “Application Programming Interface” (Interface de Programação de Aplicativo), funciona basicamente da seguinte maneira: antenas de GPS coletam informações sobre o posicionamento geográfico dos dados enquanto relógios atômicos usam as propriedades individuais dos átomos, sincronizando, assim, o tempo de funcionamento de cada servidor.

Manter as centrais de dados operantes é uma tarefa bastante complicada. “Se muitas pessoas acessam uma quantidade generosa de informações pela internet, a sincronização e a estabilidade dos dados ficam comprometidas”, diz Max Schireson, CEO do portal 10gen. Mas o TrueTime API parece estar dando conta do recado, pois até agora todas as plataformas da Google estão funcionando plenamente.

Fonte: Tecmundo.

Com uso de informações geográficas, Prefeitura de Juiz de Fora (MG) aperfeiçoa gestão pública

Imagem, líder no mercado de geotecnologia, foi a responsável pela implantação do projeto, que teve investimento de R$ 5,6 milhões

Juiz de Fora é um município do Estado de Minas Gerais com mais de 500.000 habitantes e território com área superior a 1.400 km2. Em termos de utilização da geotecnologia, a base cartográfica disponível no município de Juiz de Fora desde 1983 não estava integrada a uma plataforma de Sistemas de Informação Geográfica (SIG), o que consequentemente não permitia uma análise precisa dos dados nem a interatividade com os recursos da informática. No decorrer dos anos, à medida que a cidade cresceu, detectou-se a necessidade de se pensar no SIG como uma base cartográfica atualizada e única para uso de todas as unidades gestoras e autarquias do município. Buscou-se a concretização desse objetivo investindo recursos financeiros em tecnologias e recursos humanos, tendo em vista criar as condições para a visualização e a disponibilização computadorizada dos dados.

“Houve o consenso que era indispensável termos o mapeamento de Juiz de Fora a partir de uma base cartográfica atualizada e, principalmente, com a universalização do acesso às informações geográficas”, afirma André Zuchi, Secretário de Planejamento e Desenvolvimento Econômico da Prefeitura de Juiz de Fora.

A estruturação do Cadastro Técnico Multifinalitário (CTM), por parte da Secretaria de Planejamento, exigiu a implantação de uma plataforma robusta de informações georreferenciadas. Diante desse contexto, idealizou-se a execução de um projeto de geotecnologia capaz de armazenar, editar, integrar e fornecer informações precisas e compartilhadas entre diversos órgãos vinculados ao governo municipal. “Após realizar uma pesquisa de mercado, decidimos pela aquisição da plataforma ArcGIS, da Esri, por meio das soluções ArcGIS Desktop, ArcPad e ArcGIS Server”, explica Zuchi.

A solução ArcGIS Desktop permite ao usuário escolher os níveis de informação que deseja trabalhar, armazenados em bancos de dados geográficos ou arquivos independentes, prevendo as consultas e a espacialização de eventos pré-selecionados; a solução ArcPad permite a coleta de dados geográficos de forma personalizada na área de interesse e a anexação de fotos tiradas por dispositivos móveis com recepção de sinal de GPS (tablets, smartphones e GPS de navegação ); e a solução ArcGIS Server permite o gerenciamento e o compartilhamento das informações tanto em desktops quanto em dispositivos móveis.

A partir de então, a Secretaria de Planejamento e Desenvolvimento Econômico (SPDE) da Prefeitura de Juiz de Fora também definiu que o projeto teria início com desenvolvimento e apoio da Imagem, empresa líder no mercado de GIS do Brasil.

“Escolhemos a Imagem como fornecedora por ser uma empresa especializada em soluções de inteligência geográfica com vasta experiência no mercado e, principalmente, a única empresa que atendeu aos requisitos demandados para as ações técnicas e operacionais da Prefeitura de Juiz de Fora. Outro fator predominante foi o status da Imagem de representante oficial e exclusiva no País da Esri”, detalha Zuchi, informando que a implementação foi realizada na Subsecretaria de Tecnologia da Informação da SPDE.


O investimento total foi de R$ 5,6 milhões, sendo R$ 1 milhão investido em cursos técnicos, softwares e equipamentos e os demais R$ 4,6 milhões na aquisição de uma nova base cartográfica para o município.

“A Imagem apresentou como diferencial a consultoria prestada à Prefeitura de Juiz de Fora, ao disponibilizar a equipe de especialistas em GIS para promover a capacitação da equipe técnica do cliente”, diz Péricles Picanço Jr., coordenador de pré-vendas da Imagem.

Resultados
Após a implementação das soluções de geotecnologia por parte da Imagem, realizada em 2008, dentre outros benefícios, o mais relevante conquistado pela Prefeitura de Juiz de Fora foi o recobrimento espacial dos 989,953 km2 da área rural, que corresponde a 69% da área total e a 1,14% da população do município. “O projeto tem permitido qualificar em alto grau as decisões e torná-las eficientes, promovendo um ganho substantivo para a gestão pública”, destaca André Zuchi.

Essa caracterização é estratégica para a gestão pública ao proporcionar uma análise detalhada das potencialidades e fragilidades da área rural, contribuindo para a definição de ações voltadas aos setores de educação, saúde, transporte e promoção de atividades produtivas nesta região do município.

“Um exemplo prático é a localização dos pontos de embarque e desembarque dos 493 alunos de 14 escolas municipais, que utilizam o transporte escolar rural, disponibilizado pela Prefeitura de Juiz de Fora”, complementa o executivo, ressaltando que “consequentemente, houve otimização do serviço a partir da identificação de melhores rotas no transporte dos alunos”.


A plataforma ArcGIS foi também utilizada para gerar o mapeamento dos Territórios Socioassistenciais (TSs), para o Sistema de Vigilância Social a ser implantado no município. Também contribuiu diretamente para o reconhecimento de ações sociais apropriadas a diferentes segmentos da população e para a identificação de territórios ainda descobertos por iniciativas públicas.

Outros resultados proporcionados pela plataforma ArcGis
Acesso democratizado às informações geradas pelo mapeamento da cidade a partir da criação do Banco de Dados Multiusuário, que permite a publicização de dados e informações a serem visualizados por 150 gestores públicos, usuários simultâneos do sistema, otimizando seus processos de tomada de decisão;

Os aplicativos disponíveis no SIGJF-Web aperfeiçoam o modelo de gestão pública ao fornecer dados geográficos detalhados e temáticos que facilitam a tomada de decisões por parte dos órgãos vinculados à Prefeitura de Juiz de Fora.

Exemplos de aplicativos: Agenda JF (contém informações de caráter físico e ambiental do município); Defesa Civil (apresenta informações referentes à segurança da população frente aos possíveis desastres naturais ou decorrentes das ações humanas); Geral (apresenta informações de perímetro do município, perímetro urbano e denominação dos principais bairros); e IBGE (apresenta informações do município registradas nos Censos Demográficos de 2000 e 2010).

Sobre a Imagem
Fundada em 1986, a Imagem é líder do mercado de Sistemas de Informações Geográficas (GIS) com 25% de participação no mercado nacional do setor. A empresa oferece uma solução completa de Inteligência Geográfica que reúne plataforma GIS da empresa norte-americana líder no setor Esri, conteúdo geográfico (imagens de satélite, mapas territoriais de múltiplas escalas e temas, etc) e aplicações (consultoria, implementação de sistemas,etc) para os mais diversos processos de negócio.

Os produtos e serviços da Imagem são utilizados por centenas de empresas, públicas e privadas, de setores como governo (municipal, estadual, federal), meio ambiente, mineração, óleo e gás, agrobusiness, transportes, telecomunicações, segurança pública e defesa. Também focada na área de Utilities, oferece soluções para energia e saneamento. Em 2011, a companhia obteve faturamento de R$ 72 milhões.


Sediada em São José dos Campos (SP), a Imagem conta com escritórios regionais e uma ampla rede de parceiros no país. Para mais informações, acesse: www.img.com.br.

Fonte: SEGS.

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